MATO GROSSO
Secel seleciona textos para revista Observatório da Cultura; inscrições abertas até 25 de novembro
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) vai selecionar textos e artigos para a publicação na revista Observatório – edição Cultura e Economia Criativa, que tem como objetivo fomentar a produção e diálogos do setor.
Até 25 de novembro, pesquisadores, estudantes, servidores públicos, artistas, gestores e produtores culturais, e outros profissionais da cadeia produtiva da cultura podem se inscrever gratuitamente no site formularios.cultura.mt.gov.br.
As propostas enviadas, selecionadas ou não, passarão a fazer parte do cadastro da Secel para fins de pesquisa, documentação e mapeamento da produção cultural brasileira.
Entre os temas propostos para os artigos estão: análises técnicas baseadas em estudos e relatórios da Unidade Observatório da Secel-MT; políticas públicas para a cultura em Mato Grosso; diversidade artística e cultural; expressões artísticas; patrimônio cultural e museus; economia da cultura e economia criativa; inclusão cultural e acessibilidade; educação e cultura e livro, leitura e biblioteca.
Em formato digital e em sua primeira edição, a revista terá conteúdos sobre estudos técnicos realizados pela instituição, artigos derivados de pesquisas acadêmicas e/ou análises sobre projetos ou ações culturais com impactos socioeconômicos desenvolvidos em Mato Grosso.
Para mais informações sobre os critérios da inscrição e seleção: acesse aqui
Sobre o Observatório
O Observatório da Cultura de Mato Grosso realiza a coleta de dados, diagnósticos e pesquisas, buscando motivar a reflexão colaborativa acerca da cultura como importante mecanismo de desenvolvimento social e financeiro.
Dentre seus produtos estão Boletins e Informativos que refletem o comportamento da gestão administrativa e financeira da Secel e do processo produtivo da cadeia da cultura em Mato Grosso.
Serviço | Inscrição de artigos para revista Observatório
Prazo: até 25 de novembro
Critérios de inscrição e seleção: www.secel.mt.gov.br/observatorio
Contato para tirar dúvidas: [email protected]
Inscrição: https://formularios.cultura.mt.gov.br/index.php/439431?lang=pt-BR
*Sob orientação de Cida Rodrigues
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
MT avança em eficiência e produtividade mesmo com um dos maiores volumes de processos do país
Apesar da alta demanda processual registrada em Mato Grosso, a Justiça Estadual de Mato Grosso (TJMT) tem se destacado nacionalmente em indicadores de produtividade, celeridade e gestão processual. Segundo dados do relatório Justiça em Números 2026 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Judiciário mato-grossense registrou 165,7 casos novos por mil habitantes, índice superior à média nacional da Justiça Estadual, que é de 132,5 casos novos por mil habitantes.
Classificado pelo CNJ como um tribunal de médio porte, o indicador demonstra que Mato Grosso está entre os estados com maior judicialização do país. Contudo, mesmo com a alta demanda, o Poder Judiciário mato-grossense apresentou um avanço de 22 pontos percentuais no Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-Jus) da área judiciária, passando de 75% para 97%. O IPC-Jus é um dos principais indicadores do CNJ para medir a eficiência dos tribunais brasileiros.
“Mato Grosso possui uma das maiores demandas processuais do país quando analisamos o número de casos por habitante. Por isso, alcançar indicadores de produtividade e eficiência acima da média nacional demonstra a capacidade do Poder Judiciário mato-grossense de se organizar, inovar e responder com qualidade às necessidades da sociedade”, afirma o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote.
O bom desempenho também pode ser verificado na taxa de congestionamento dos processos na fase de conhecimento. Conforme o relatório, o TJMT registrou índice de 53%, um dos menores do país e entre os melhores desempenhos da Justiça Estadual. “O que demonstra a capacidade do Judiciário mato-grossense de dar vazão ao acervo processual e reduzir o volume de processos pendentes nessa etapa da tramitação”, detalha o juiz auxiliar da Corregedoria, Jorge Alexandre Martins Ferreira.
O relatório também mostrou queda no estoque de execuções fiscais. Mato Grosso registrou redução de 26,8% no quantitativo de casos pendentes de execução fiscal em comparação com o ano anterior. Um desempenho superior à média da Justiça Estadual, que é de 25,2%.
Esse trabalho também teve reflexo na redução do tempo de tramitação dos processos. Segundo dados do relatório, o tempo de giro do acervo processual no primeiro grau passou de um ano e dois meses para um ano e um mês, uma redução de 7,1%. O que coloca Mato Grosso na terceira colocação entre os 27 tribunais do país e na segunda posição entre os tribunais estaduais de médio porte.
Mato Grosso ainda se destaca na arrecadação de custas judiciais. Conforme o relatório Justiça em Números 2026, o Estado ocupa a terceira posição entre os Tribunais de Justiça do país no indicador que relaciona os valores arrecadados ao número de processos sujeitos à cobrança de custas.
O TJMT registrou arrecadação média de R$ 3.548,12 por processo ingressado, ficando atrás apenas de São Paulo (R$ 4.386,38) e Rio de Janeiro (R$ 4.333,84). O resultado coloca o Estado acima da média da Justiça Estadual, que foi de R$ 2.861,96 por processo. “O que demonstra a efetividade na arrecadação dos valores legalmente devidos e contribuindo para a sustentabilidade das atividades do Poder Judiciário mato-grossense”, afirma o juiz auxiliar, Jorge Alexandre.
Autor: Larissa Klein
Fotografo:
Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
Email: [email protected]


