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Seciteci adquire instrumentos musicais de alta performance que atenderão milhares de estudantes

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) adquiriu quatro instrumentos musicais de alto nível para a banda marcial da Escola Estadual André Avelino Ribeiro, localizada no bairro CPA I, em Cuiabá. Os 160 alunos do Curso Técnico em Instrumento Musical farão uso dos equipamentos a partir deste sábado (23.8).

A aquisição dos equipamentos foi realizada pela Seciteci em parceria com a Assembleia Legislativa, Fundação EducaMais e Unidade de Educação de Cuiabá (Unec), representando um investimento aproximado de R$100 mil.

Os quatros instrumentos comprados foram: marimba, vibrafone, xilofone e glockenspiel. Todos são idiofones percussivos de teclas feitos artesanalmente, sob encomenda, por um renomado luthier de São Paulo.

Os equipamentos serão usados inicialmente pelos alunos do curso técnico em Instrumento Musical, realizado pela Seciteci e parceiros com ênfase em bandas e fanfarras. É a primeira capacitação deste tipo ofertada em Mato Grosso.

A partir da aquisição, terão contato direto aos instrumentos os 160 alunos do curso, ofertado em Cuiabá na escola parceira André Avelino.

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“Estamos só alegria pelo sucesso do projeto. Estamos melhorando a qualidade das nossas bandas e dos nossos profissionais da música”, afirmou o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec.

Conforme Alex Teixeira, professor e coordenador do curso técnico em instrumento musical, a aquisição é uma iniciativa pioneira da Seciteci e um marco para Mato Grosso, tendo em vista que nenhuma outra escola do Estado possui instrumentos semelhantes.

Segundo o professor, a atual turma do curso técnico de Instrumento Musical deve ser concluída em fevereiro de 2026. No entanto, pela durabilidade estimada de 30 anos ou mais, a expectativa é de que milhares de alunos usem os novos equipamentos ao longo do tempo.

O curso técnico em instrumento musical também visa formar instrutores e regentes que atendam a demanda de aproximadamente 200 bandas escolares já existentes no Estado. A oferta é uma parceria da Seciteci e Fundação Educamais, com apoio da Unidade de Educação de Cuiabá e Assembleia Legislativa.

*Com supervisão de Téo Meneses.

Fonte: Governo MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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