MATO GROSSO
Seduc divulga nesta sexta-feira (21) quem será o representante de MT no programa Jovem Senador 2024
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Neste ano, 6.719 estudantes se inscreveram formando um grupo seis vezes maior que no ano passado, quando apenas 1.083 jovens participaram. O evento envolveu 819 turmas de Ensino Médio e contou com a adesão de 279 professores de 243 escolas distribuídas nas 14 Diretorias Regionais de Educação (DREs).
O Jovem Senador é realizado anualmente e proporciona aos estudantes de até 19 anos do ensino médio das escolas públicas estaduais e do Distrito Federal, conhecimento sobre a estrutura e do funcionamento do Poder Legislativo no Brasil.
A cada ano é proposto um tema de redação como forma de ingresso. Os temas sempre abordam tópicos de civismo, questões sociais e convidam à reflexão sobre o exercício da cidadania. Em 2024 o tema foi ‘Os 200 Anos do Senado e os desafios para o futuro da democracia’.
Em Mato Grosso, o programa Jovem Senador tem a parceria da Seduc. Na avaliação do secretário de Estado de Educação, Alan Porto, o programa tem se mostrado um caminho para estimular a participação do jovem na política. “Em 2023, por exemplo, vários projetos que tiveram origem em sugestões dos jovens senadores foram aprovados pelo Senado. Entre eles está o que estabelece diretrizes para a educação básica em tempo integral”.
Segundo ele, essas aprovações demonstram o impacto direto que os jovens podem ter sobre a legislação nacional, incentivando novos participantes a contribuir com suas visões para o futuro do país.
“Ao se inscreverem, os estudantes não só têm a chance de vivenciar o processo legislativo, mas também de influenciar ativamente as políticas nacionais”, concluiu o secretário.
Os vencedores e seus professores orientadores terão todas as despesas pagas para participar da Semana de Vivência, em Brasília.
No âmbito da Seduc, as ações relacionadas ao programa Jovem Senador são conduzidas pela Coordenação de Ensino Médio, que é ligada à Superintendência de Educação Básica (SUEB), da Secretaria Adjunta de Gestão Educacional (SAGE).
Fonte: Governo MT – MT
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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida
A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.
Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.
Fonte: Ministério Público MT – MT



