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Sefaz promove webinário sobre formação em Gestão de Investimentos Públicos

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A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT), por meio da Secretaria Adjunta do Orçamento Estadual (Saor) e da Escola Fazendária, em parceria com a empresa de consultoria Macroplan, promoverá na próxima terça-feira (24.2), às 09h, o webinário de lançamento da Formação em Gestão de Investimentos Públicos (GIP). O evento será realizado de forma online, por meio do Google Meet.

A formação, com início previsto para março, é destinada a servidores da administração pública estadual e tem como objetivo o fortalecimento das capacidades técnicas relacionadas à estruturação, avaliação, seleção e governança de projetos de investimento no Estado.

Com carga horária total de 54 horas, a formação será dividida em três módulos, com aulas síncronas semanais, momentos presenciais, seminários temáticos e estudos de caso aplicados.

“Consolidar uma metodologia de Gestão de Investimentos Públicos é um passo estratégico para o Estado. Isso qualifica as decisões sobre onde, como e quando investir e garante mais eficiência, retorno social e transparência na aplicação dos recursos públicos”, destaca o secretário adjunto do Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano.

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Durante o webnário, serão apresentados os objetivos, o conteúdo programático, o cronograma e a estrutura da formação. O link de acesso será divulgado internamente às equipes que atuam, direta ou indiretamente, nas áreas de planejamento e orçamento, estruturação de projetos de infraestrutura e investimentos setoriais, modelagem de concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs), regulação, fiscalização e controle, além de monitoramento e avaliação de políticas e programas de investimento.

Os servidores interessados em participar do webinário ou obter mais informações sobre a formação podem entrar em contato pelo e-mail [email protected].

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal do Júri condena autor de feminicídio e furto contra companheira

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O Tribunal do Júri da Comarca de Juscimeira (158 km de Cuiabá) condenou, nesta quarta-feira (22), Claudemir Ferreira dos Santos, conhecido como “Baiano”, a 16 anos de reclusão, em regime fechado, pelos crimes de feminicídio e furto. O réu foi condenado pelo assassinato de Rosângela Oliveira da Silva, sua companheira, ocorrido no dia 1º de abril de 2024.O crime aconteceu na residência do casal, localizada no município de Juscimeira. De acordo com a acusação sustentada em plenário pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o crime foi praticado por motivo fútil, com emprego de meio cruel e por razões da condição de sexo feminino, em contexto de violência doméstica e familiar, o que caracterizou o feminicídio.Segundo consta nos autos, o casal mantinha relacionamento há aproximadamente dois anos e, no dia dos fatos, uma discussão motivada por ciúmes evoluiu para extrema violência. Durante o desentendimento, Claudemir desferiu pelo menos 11 golpes de faca contra Rosângela, deixando a arma cravada no pescoço da vítima, causando sofrimento intenso e levando-a à morte ainda no local. Conforme a denúncia, após o homicídio, o réu fugiu levando o veículo da vítima, um Fiat Cronos, além de um aparelho celular e um cartão bancário, configurando também o crime de furto.Durante a sessão de julgamento, a defesa apresentou teses de desclassificação do crime e de homicídio privilegiado, alegando domínio de violenta emoção após suposta injusta provocação da vítima em razão de uma suposta traição da vítima. Mesmo sendo o privilégio incompatível com o reconhecimento do feminicídio e das qualificadoras imputadas diante da vedação da tese da legítima defesa da honra pelo julgamento da ADPF 779, a defesa insistiu na formulação do quesito correspondente. Submetido à deliberação do Conselho de Sentença, o quesito foi rejeitado de forma absoluta, com votação unânime contrária, demonstrando que os jurados não acolheram qualquer argumento que pudesse atenuar a responsabilidade penal do acusado.O Conselho de Sentença reconheceu, por maioria, a materialidade e a autoria do homicídio qualificado, bem como todas as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público sendo, motivo fútil, meio cruel e feminicídio. Também foi reconhecida a prática do crime conexo de furto, igualmente com rejeição integral das teses absolutórias.Na sentença, o juiz presidente Alcindo Peres da Rosa fixou a pena definitiva em 16 anos de reclusão, somadas as penas do homicídio qualificado e do furto, além de 10 dias-multa, determinando o início do cumprimento em regime fechado. O magistrado também negou ao réu o direito de recorrer em liberdade e autorizou a execução provisória imediata da pena, diante do quantum aplicado e da gravidade concreta dos crimes.A promotora de Justiça Cynthia Quaglio Gregorio Antunes destacou, ao longo da acusação, a importância do julgamento para a responsabilização de crimes praticados contra mulheres no âmbito doméstico, ressaltando que a condenação reforça o papel do MPMT na proteção da vida e na efetivação da política de enfrentamento à violência de gênero. O MPMT considerou ainda que, diante da brutalidade do crime, a pena não foi proporcional à culpabilidade do réu, e por isso recorreu da sentença para aumentar a pena.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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