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Segundo “Guaraná com a Presidência” é realizado na Secretaria de Tecnologia da Informação

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Dando continuidade ao projeto “Guaraná com a Presidência”, a Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) recebeu a desembargadora Serly Marcondes Alves, na manhã desta sexta-feira (28.11). O objetivo da iniciativa é promover o diálogo direto entre a gestão e as unidades, além de mapear o capital humano do Tribunal, identificar gargalos e acelerar processos. 

  

“Este momento de diálogo com os setores do Tribunal reforça um compromisso que considero essencial: compreender nossas equipes, suas rotinas, desafios e potencialidades. Estou aqui para construir soluções conjuntamente, remover obstáculos e fortalecer os processos que sustentam a eficiência e a integridade do TRE-MT. Seguiremos avançando com transparência, escuta ativa e cooperação”, destacou a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves. 

 

O encontro é uma oportunidade de escuta ativa. Na ocasião, a presidente conheceu os servidores e servidoras da STI, e falou sobre a importância do desenvolvimento de projetos na área de tecnologia para o Tribunal.  

 

O secretário de Tecnologia da Informação, Leon Manoel Campos dos Santos Filho, apresentou os(as) coordenadores(as) do setor e anunciou a mudança de layout da página da intranet do TRE-MT. O novo layout foi demonstrado pelo chefe da Seção de Engenharia e Arquitetura de Software, Edgard Beltrão Leonel. “Temos uma equipe empenhada em pensar soluções que facilitem o acesso a sistemas e, ao mesmo tempo, tragam uma visão mais clean. Foi nisso que pensamos ao elaborar essas mudanças na intranet, que serão implementadas já na próxima semana”, frisou o secretário. 

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A desembargadora Serly Marcondes Alves aprovou o novo layout apresentado e agradeceu à equipe pelo trabalho desenvolvido. “Conto muito com a STI para a criação de soluções inovadoras e tecnológicas que melhorem nosso dia a dia, o que reflete, consequentemente, no atendimento prestado ao cidadão e à cidadã”, reforçou. 

  

Esta foi a segunda edição do “Guaraná com a Presidência”, sendo que o primeiro da série ocorreu na Secretaria Judiciária (SJ). A administração do TRE-MT visitará todas as secretarias e unidades do Tribunal, com a meta de consolidar um diagnóstico humano e processual da Justiça Eleitoral em Mato Grosso. 

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A primeira foto mostra um grupo numeroso de servidores reunidos em uma sala do TRE-MT. As pessoas estão organizadas ao centro, sorrindo para a foto, em um clima de descontração e integração. No primeiro plano, alguns servidores posam juntos, e ao fundo vê-se o restante do grupo, todos em ambiente de trabalho, com mesas, janelas amplas e iluminação natural. A segunda foto mostra um grupo de pessoas em uma sala de trabalho acompanhando uma apresentação projetada na parede. Um homem, em pé e de blazer escuro, manuseia o computador enquanto aponta para a tela projetada. Outras pessoas estão sentadas observando atentamente, e alguns participantes permanecem de pé ao fundo da sala.  

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Fonte: TRE – MT

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Curso sobre letramento racial promove equidade no ambiente institucional do PJ

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Banner do Curso de Letramento Racial e Antirracismo do TJMT. A arte tem tons de marrom e sépia e tem as imagens de uma mulher preta de perfil, de uma mão negra de punho cerrado, da balança da Justiça e do mapa de Mato Grosso.Um ambiente institucional com equidade vai além do tratamento igualitário. Reconhece as necessidades individuais, oferecendo suporte para que todos tenham oportunidades reais de desenvolvimento. Buscando transformar a cultura organizacional da instituição em um modelo que promova justiça, acolha a diversidade e garanta que as barreiras estruturais sejam superadas, o Poder Judiciário de Mato Grosso vem adotando práticas e políticas antirracistas. Entre elas, cursos e capacitações sobre Letramento Racial e Práticas Antirracistas.
Um novo módulo da capacitação online teve início nesta segunda-feira (15/06) e prossegue até quinta (19), das 8h às 12h. Voltado a magistrados, servidores e colaboradores da Justiça Estadual, o curso é ministrado pela professora e pesquisadora Silviane Ramos Lopes da Silva, doutora em Sociologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e mestre em História pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
A pesquisadora lembrou que para falar de racismo estrutural é preciso primeiro revisitar a história do Brasil, a fim de se compreender que o racismo não é apenas um preconceito, mas uma base sobre a qual instituições, a economia e a cultura foram organizadas. A colonização e a escravidão deixaram ao país uma herança histórica e econômica, já que, após a abolição, o Estado não promoveu políticas de inclusão, o que resultou na marginalização da população negra. “Foram usadas diferenças corporais, como fenótipo, cor da pele e textura de cabelo, para criar desigualdades e legitimar a superioridade de um grupo sobre o outro”, pontuou.
Silviane destacou ainda o que chamou de “ponto cego nacional por conta do analfabetismo racial “ essa ideia equivocada da coisificação dos corpos negros e indígenas , e o discurso de que somos todos iguais não coadunam . Essa narrativa que suaviza a não existência de racismo no Brasil, é uma estratégia da branquitude para enfraquecer os movimentos negros , indígenas a não se organizarem . Nada foi dado a população negra e indígena. Os povos indígenas são donos da terra e os negros foram arrancados de África sem escolhas, a organização da comunidade e imprescindível em para garantir vida digna, ressaltou.
Corpo branco, pele clara, traços finos, cabelo liso são vistos como norma ou padrão, sem mistura. Já negros e indígenas são vistos como diferentes. Esse conceito de branquitude define a identidade racial, o lugar de privilégio e a posição de poder ocupada por pessoas brancas em uma sociedade estruturada pelo racismo. A pesquisadora deu como exemplo dessa branquitude os bairros nobres da cidade de São Paulo, considerados locais “de branco”. Nesses lugares, observou Silviane, o corpo negro só é normalizado se estiver exercendo uma função subalterna.
Letramento e dupla consciência
Pessoas brancas podem desenvolver letramento racial por meio da “Dupla Consciência”. Isso ocorre quando o indivíduo adquire a capacidade de olhar para a sociedade e para os próprios privilégios, através das lentes da experiência negra. Conforme pesquisa trazida por Silviane, apesar de ser impossível “vestir a pele do outro”, é possível vivenciar a empatia profunda sem apropriação. Essa identificação estética e política pode vir, por exemplo, do engajamento com produções intelectuais, musicais e artísticas negras.
A capacitação traz ainda um conjunto de recursos para quem deseja ser um aliado na luta antirracista. Entre eles, reconhecer privilégios e o racismo internalizado, escuta qualificada e não universal, descentralizar-se, além de educação continuada.
O curso Letramento Racial e Práticas Antirracistas é promovido pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Comitê de Promoção da Equidade Racial, que tem entre suas atribuições coordenar e executar as ações previstas no Pacto Nacional do Judiciário pela Equidade Racial, fomentar a representatividade racial no Judiciário, estimulando cursos e capacitações e disseminando práticas de combate ao racismo e de promoção da equidade racial.

Autor: Nadja Vasques

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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