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Seis projetos são apresentados pelo MPMT em Mostra Nacional

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Seis projetos do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, desenvolvidos na área de Tecnologia da Informação, foram selecionados para apresentação na VII Mostra de Soluções de Inovação e Tecnologia do Ministério Público, realizada pela Comissão de Planejamento Estratégico do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O evento ocorrerá entre os dias 31/05 e 02 de junho, em Florianópolis.

De acordo o chefe de Departamento de Tecnologia da Informação (DTI), Fernando Vasconcelos, serão apresentados projetos nas categorias inovação, cibersegurança, área meio e área fim. Na categoria inovação, o MPMT apresentará o projeto “MP dados: uma nova era para o MP com uso da inteligência de dados”.

Segundo o DTI, embora ainda esteja em fase inicial, o referido projeto já começou a impactar o cotidiano da instituição, a exemplo do uso de dados para o dimensionamento da força de trabalho e a consolidação de dados sociais para apoio do novo ciclo do Planejamento Estratégico Institucional.

Na categoria cibersegurança, será apresentado o projeto “Forte Digital”, que viabilizou o desenvolvimento de metodologia própria para a tomada de decisão relacionada à segurança da informação, com a adoção de processos, ferramentas e políticas embasadas nas melhores práticas de mercado (ISO27001 e CIS).

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Já na categoria área meio, serão apresentados os projetos “Portal de Autoatendimento”, “Dimensionamento da Força de Trabalho – Uso da tecnologia e dados para otimizar os recursos humanos do MP” e “Virtualização Organizacional – Transformação digital como Meta Estratégica”. Por último, na  categoria área fim, será apresentado o projeto “SIMP 3.0: Um novo sistema para uma nova realidade”.

A primeira versão do SIMP, sistema de controle processual (extrajudicial e judicial), foi desenvolvida em 2012. No ano de 2019, diante de uma grande quantidade de novas demandas e insights foi definido o projeto de modernização do Sistema Integrado do MPMT. Com o projeto buscou-se atualizar a plataforma com as mais modernas tecnologias de mercado dando maior agilidade e desempenho.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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