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Sema investe em tecnologia para monitorar qualidade da água em Sinop e Tangará da Serra

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) entregou sondas multiparamétricas para as Diretorias de Unidades Desconcentradas (DUD) de Sinop e Tangará da Serra. O equipamento irá auxiliar na investigação de alterações na qualidade de água superficial, denúncias de poluição e mortandade de peixes.

Cada regional recebeu um equipamento completo contendo sensores para medição de pH, condutividade, oxigênio dissolvido, temperatura e turbidez em amostras de água. Também serão entregues um kit de amostragem para atendimento de demandas urgentes relacionados a poluição da água.

Em 2021 outras duas regionais receberam o equipamento, Rondonópolis e Barra do Garças. “A entrega é importante para aumentar a rapidez da resposta da Sema em atendimentos de denúncia de poluição dos recursos hídricos e eventos de mortandade de peixes”, destaca o coordenador de monitoramento da qualidade ambiental da Sema, Sergio Figueiredo.

A entrega da sonda multiparamétrica para a Diretoria de Unidade Desconcentrada de Sinop é importante para dar respostas rápidas tanto para qualidade da água como para processos de licenciamento ambiental e vistorias de fiscalização, ressalta Gabriel Conter, diretor da DUD.

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“A sonda nos fornece parâmetros que podem ser cruciais para identificação de lançamentos irregulares ou poluição da água. Com a sonda, kit de coleta e curso de qualificação, os servidores da regional estarão aptos a realizar o levantamento de dados e coleta de efluente reduzindo os custos referentes a remoção de servidor da sede até o município de Sinop, dando celeridade ao processo”.

Os equipamentos entregues às regionais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente também serão usados pelos Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs). A equipe técnica da Sema realiza uma capacitação com servidores das Diretorias de Unidades Desconcentradas e membros dos CBHs para o manuseio e coleta de amostras.

A entrega é feita pela Superintendência de Recursos Hídricos, Coordenadoria de Monitoramento da Água e do Ar e a Gerência de Fomento e Apoio aos Comitês de Bacias Hidrográficas da Sema. Cada equipamento teve o custo de R$ 29 mil, totalizando R$ 58 mil, e foi adquirido por meio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público Estadual.  

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Fonte: GOV MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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