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Serviço de Operações Especializadas completa 12 anos de atuação nas unidades de MT

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O Serviço de Operações Especializadas (SOE), vinculado à Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP), completa nesta terça-feira (08.11) 12 anos a serviço do Estado de Mato Grosso. Criado em 2010 com o objetivo de atuar em unidades penais, o SOE vem proporcionando mais segurança e potencializando as ações de segurança dentro das unidades mato-grossenses.

O gerente do SOE, Giulliano Volpato, destaca a importância do trabalho dos policiais penais na realização dos serviços mais complexos da SAAP, que opera desde o restabelecimento da ordem, recapturas de foragidos, escoltas de alto risco e operações integradas às forças especializadas de segurança do Estado. Atualmente, a equipe é composta por 50 policiais penais. 

“Nesses 12 anos evoluímos em treinamento constante, tanto na parte física como tecnicamente. Grande parte dos nossos policiais são instrutores e hoje estamos com o IV COPE (Curso de Operações Penitenciárias Especializada) em andamento, para que possamos aumentar o nosso efetivo”, explicou Giulliano.

A base operacional do SOE conta com 10 veículos e um canil que atua em conjunto com outras forças de segurança e auxilia nas revistas nas penitenciárias e cadeias do Estado. Os cães são treinados e cuidados por uma equipe especializada. 

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Também está em construção um espaço próprio e adequado para o treinamento na base, com academia, estande de tiro e espaço para treinamento de combate em ambientes fechados. A entrega deve acontecer no segundo semestre de 2023.

Fonte: GOV MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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