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Servidores de gabinetes e secretarias criminais de Cuiabá e Várzea Grande são capacitados no OMNI

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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, por meio do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), segue fortalecendo a atuação das unidades judiciárias do Estado. Entre os dias 1º e 5 de setembro, cerca de 20 servidores de gabinetes e secretarias criminais de Cuiabá e Várzea Grande participaram de capacitação nos Painéis Ciência de Dados (OMNI), realizada na Escola dos Servidores do Poder Judiciário, em Cuiabá.

O objetivo foi aprimorar o conhecimento técnico e fomentar a excelência na gestão judiciária, contribuindo para a melhoria dos resultados das unidades criminais e para o alcance das metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

De acordo com a assessora de Business Intelligence do DAPI, Dayane Alves Santos, responsável pelo treinamento, foram apresentados exemplos reais de falhas diárias para que os servidores pudessem identificar pontos de melhoria.

“Muitas vezes o servidor não sabe o motivo de realizar determinado movimento no PJe. Mostramos, por exemplo, como o lançamento incorreto de movimentos na Tabela Pessoal Unificada do CNJ pode impactar o resultado da unidade. Muitas vezes o trabalho é feito, mas o lançamento equivocado de código impede que o resultado seja atingido”, explicou.

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O treinamento também abordou estratégias de gestão e o uso do OMNI como ferramenta de apoio no dia a dia. “Todos montaram um plano de ação e conseguiram enxergar quais são os gargalos em suas unidades e quais devem ser os próximos passos para melhorar os índices”, acrescentou Dayane.

Para a servidora da 2ª Vara Criminal de Várzea Grande, Gabriela Vitória, a capacitação tornou mais prático o uso dos painéis. “Agora podemos trabalhar com estratégia no gabinete e na secretaria para entregar uma jurisdição com mais eficiência.”

Já o gestor da 1ª Vara Criminal de Cuiabá, Gelison Souza, destacou que o treinamento ajudou a compreender melhor os números da vara e a propor ajustes que favoreçam o andamento processual. “Eu consigo visualizar com mais clareza algumas situações e isso vai contribuir muito para trabalharmos com estratégias no dia a dia”, disse.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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