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Tecnologia a serviço da Justiça: como a transformação digital beneficia o cidadão

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A tecnologia já faz parte da rotina do Poder Judiciário de Mato Grosso e tem mudado a forma como o cidadão acessa a Justiça. Com investimentos em soluções digitais e com o uso da Inteligência Artificial, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) trabalha para oferecer serviços mais rápidos, simples e próximos da população.
No dia a dia dos fóruns e gabinetes, a tecnologia atua de forma silenciosa, mas com impacto direto para quem espera uma resposta judicial. Sistemas digitais e ferramentas de Inteligência Artificial ajudam na organização de processos, no tratamento de grandes volumes de informação e na automação de tarefas repetitivas. Isso permite que magistrados e servidores tenham mais tempo para analisar cada caso, o que acelera o andamento das ações.
O cidadão ganha com a redução do tempo de espera. Processos mais ágeis significam decisões mais rápidas e menos burocracia. A tecnologia também contribui para um atendimento eficiente, com informações seguras e serviços cada vez mais digitais, que evitam deslocamentos até o fórum, por exemplo.
O uso da Inteligência Artificial no TJMT funciona como apoio ao trabalho humano. As ferramentas auxiliam na triagem de dados, na pesquisa de informações e na preparação de documentos, sempre com supervisão de magistrados e servidores. Essa combinação garante qualidade no serviço prestado e segurança para quem depende da Justiça.
Outro benefício importante é a ampliação do acesso. Com processos digitais e sistemas integrados, o cidadão consegue acompanhar sua ação, consultar informações e obter serviços de forma online, usando apenas o celular ou o computador. A Justiça chega mais longe e atende melhor quem está no interior, em regiões distantes.
Ao investir em transformação digital, o Poder Judiciário mostra que a tecnologia é uma aliada do cidadão. Ela torna a Justiça mais moderna, eficiente e acessível, aproximando o Judiciário da sociedade e contribuindo para soluções mais rápidas e efetivas no dia a dia de quem precisa dos serviços judiciais.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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