MATO GROSSO
TodoJud moderniza Consulta Processual e fortalece trabalho do público externo com mais velocidade
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A funcionalidade de Consulta Processual do TodoJud chega ao ambiente digital do Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT) como uma das principais entregas tecnológicas voltadas ao público externo. Agora, terão acesso a um sistema mais rápido, estável e intuitivo, com recursos inteligentes que ampliam a eficiência no acompanhamento dos processos. A mudança ocorre no contexto da descontinuidade do ClickJud, que será encerrado no dia 15 de dezembro.
Com a atualização, o TodoJud passa a concentrar uma consulta mais completa, permitindo pesquisas por número do processo, CPF, CNPJ ou nome das partes. Quando autenticado no sistema, o usuário recebe informações mais detalhadas e confiáveis, garantindo segurança jurídica e maior precisão no acesso aos dados.
Entre as novidades, destaca-se o Resumo Inteligente, que sintetiza as informações mais importantes do processo, com linguagem simples, e organiza automaticamente os dados mais relevantes. A funcionalidade reduz o tempo de consulta e facilita a visualização do contexto processual, especialmente em demandas de grande volume ou alta complexidade.
Outro recurso inovador é a “leitura por áudio”, que permite ouvir informações sobre o processo diretamente pelo aplicativo. A ferramenta foi desenvolvida para atender profissionais em deslocamento, conciliando mobilidade, acessibilidade e agilidade.
A nova consulta também apresenta maior estabilidade e velocidade de resposta, oferecendo uma experiência mais fluida em momentos de grande demanda. O TodoJud inclui ainda a opção Favoritos, com a qual o usuário pode marcar processos e organizar uma lista personalizada para monitoramento contínuo.
Como baixar?
Basta acessar a Google Play (Android) – clique aqui – ou Apple Store (iOS) – clique aqui, ou procurar a loja online direto no seu celular, digitar “TodoJud” e buscar pelo ícone oficial do aplicativo. Baixe agora mesmo!
Para orientações e esclarecimento de dúvidas, o suporte permanece disponível pelo telefone 65 3617-3900.
Autor: Talita Ormond
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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Julgamento é retomado com interrogatório dos réus
O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi retomado na manhã desta quarta-feira (30), no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Após o encerramento do primeiro dia de instrução, as partes desistiram da oitiva das testemunhas que ainda estavam arroladas para depor, permitindo o avanço da sessão para a fase de interrogatório dos réus.Os trabalhos foram reiniciados com o interrogatório de Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como o autor dos disparos que resultaram na morte do advogado. Na sequência, também deverão ser interrogados os demais réus, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida (NDV). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também integra a acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Durante o primeiro dia de julgamento, realizado na terça-feira (29), foram ouvidas seis testemunhas, entre elas delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal que atuaram nas investigações do caso. As oitivas abordaram a dinâmica do crime, o planejamento da ação criminosa e os elementos probatórios reunidos ao longo da apuração conduzida pelas forças de segurança.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins avaliou o primeiro dia como produtivo no que se refere à instrução e ao esclarecimento dos fatos. Ele destacou o papel do Ministério Público no Tribunal do Júri e criticou estratégias utilizadas para atacar a imagem da vítima.“Estamos defendendo a vida de um ser humano e aqui o Ministério Público tutela o direito à vida de qualquer pessoa, sem fazer qualquer tipo de discriminação. Justificar esse tipo de situação atacando a figura da vítima nada mais é do que uma retórica colocada a serviço da injustiça, da impunidade e daquilo que a sociedade não deseja”, afirmou o promotor de Justiça.O promotor de Justiça Samuel Frungilo lembrou ainda que, segundo a acusação, o envolvimento dos réus como executores e intermediários está demonstrado tanto pelas oitivas das testemunhas realizadas no primeiro dia quanto pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. “Essa organização foi contratada para matar Roberto Zampieri, e foi isso que fez”, afirmou.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, Antônio Gomes da Silva é acusado de executar o homicídio. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado como integrante da empreitada criminosa.O julgamento prossegue ao longo do dia com os interrogatórios e as demais fases processuais previstas para o Tribunal do Júri.
Fonte: Ministério Público MT – MT



