MATO GROSSO
Topografia e limpeza para estruturação de trilha no Morro de Santo Antônio já foram feitas
MATO GROSSO
Toda a topografia e limpeza para a estruturação de uma trilha alternativa no Morro de Santo Antônio já foram realizadas. O trabalho foi feito pela MT Par e era necessário para que a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) pudesse executar a elaboração do projeto executivo para implantação de uma trilha de pedra, entre as trilhas já existentes no morro, que serão mantidas.
Uma licença ambiental foi obtida, junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), para que os serviços de topografia e limpeza fossem realizados.
A trilha de pedra vai garantir acessibilidade aos turistas, em especial aqueles que fazem o turismo religioso, e contará com decks contemplativos e áreas de descanso, praças e monumento alusivo à Guerra do Paraguai no topo do morro. Além disso, também estão previstos estacionamento, guarita, lanchonete e praça no pé do morro.
Somente após a apresentação do projeto executivo é que será licitada a contratação da empresa que fará os trabalhos de execução da trilha.
Paralelamente, a Sinfra está asfaltando o acesso de 4 quilômetros, do entroncamento da MT-040 até o pé do morro. As obras já tiveram início, com investimento de R$ 4,7 milhões, e também serão feitas a sinalização, drenagem e construção de um estacionamento.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa
O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.
Fonte: Ministério Público MT – MT


