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Trio é condenado a penas que somam 76 anos por homicídio

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O Tribunal do Júri da comarca de Barra do Garças condenou três homens a penas que, somadas, chegam a 76 anos de reclusão. A decisão, proferida após mais de 20 horas de julgamento, refere-se à morte de Jeferson Custódio dos Santos, de 32 anos, em abril de 2021, em um crime motivado pela disputa pelo controle do tráfico de drogas na região.O veredito foi anunciado na madrugada desta sexta-feira (05), e as sentenças individuais foram as seguintes: Alex Henrique Alves Santos, 28 anos, recebeu a pena de 29 anos e 8 meses. Rangel Moreira, 35 anos, foi condenado a 30 anos e 4 meses de prisão e Eudes Manoel, 26 anos, foi condenado a 27 anos e seis meses.Todos os réus cumprirão a pena em regime inicialmente fechado. A condenação foi por homicídio duplamente qualificado – por motivo torpe e pela utilização de emboscada, que impossibilitou a defesa da vítima –, além do crime de integrar organização criminosa.Entenda o caso – A vítima, que já tinha antecedentes por tráfico de drogas, foi atraída para uma armadilha em 20 de abril de 2021, perto do clube da Associação dos Fiscais de Mato Grosso (Afemat), na entrada do bairro Maria Joaquina, em Pontal do Araguaia.As investigações, conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia Civil de Barra do Garças, revelaram que o assassinato foi uma retaliação. Jeferson estaria comercializando entorpecentes sem a autorização da facção criminosa à qual os condenados pertenciam, que exercia o monopólio do tráfico na área.Para o Ministério Público, a condenação não só pune os culpados, mas também reforça o compromisso das instituições de segurança pública em combater a criminalidade organizada, enviando uma mensagem clara de que tais crimes serão reprimidos com veemência.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Novo equipamento da Politec acelera análises de vestígios de crimes sexuais

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Novo equipamento de alta tecnologia foi destinado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para acelerar as análises periciais de DNA forense de crimes sexuais feitas pela instituição.

Denominado QIAcube Connect, o aparelho realiza a extração diferencial, que consiste na separação da mistura de DNA contido nas células espermáticas do DNA presente no corpo da vítima da qual foi realizada a coleta para exames.

Na prática, isso significa que mais amostras genéticas serão processadas em menos tempo, com menos ocorrência de erros humanos e menos chance de contaminações decorrentes de manipulação, agilizando assim a emissão de laudos periciais.

O investimento em tecnologias para o processamento de amostras de crimes sexuais é peça vital no enfrentamento à violência contra a mulher, através da obtenção de evidências forenses, as quais são essenciais para a investigação, condenando agressores e inocentando os não envolvidos.

A obtenção de um perfil genético a partir de vestígios criminais é o objetivo final do processamento laboratorial realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, sendo que diversas etapas anteriores, técnicas e equipamentos são necessários.

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Conforme a coordenadora de perícias de Biologia Molecular, Rosângela Ventura, antes, o procedimento de lavagem diferencial era feito manualmente, o que restringia a capacidade de processamento de apenas de quatro a seis amostras por vez. “Este método demanda várias horas de trabalho e a supervisão constante de um perito forense com destreza e habilidade para a realização do método. A implementação do equipamento permite o processamento de 12 amostras em apenas 90 minutos, sem a necessidade de supervisão constante por um profissional. Essa automação não apenas reduz significativamente o tempo necessário para análise, mas também minimiza as chances de erros”, explicou a perita.

Rosângela pontua, ainda, que foram observados uma redução substancial no tempo de processamento das amostras de crimes sexuais, encurtando-o em até três horas, além de resultados de alta qualidade.

“Cerca de 300 amostras processadas no laboratório são de vestígios de crimes sexuais. Sendo assim, quando falamos de ganho de três horas com o suporte do equipamento, que antes era limitada pelo trabalho humano, nós estamos falando de ampliar essa tecnologia para toda a nossa demanda relacionada aos vestígios de crimes sexuais que possam conter material espermático, que representa a maioria das nossas buscas por DNA no setor”, analisou.

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O equipamento teve o custo de cerca de R$ 250 mil e foi adquirido com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Fonte: Governo MT – MT

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