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Últimos dias para participar: sua experiência pode ajudar a melhorar a Justiça em MT

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O prazo está acabando e sua experiência pode fazer a diferença. Na próxima quarta-feira (06 de maio), terão início as Oficinas de Escuta Cidadã do Poder Judiciário de Mato Grosso. O convite é para que a sociedade participe desse momento de diálogo e construção coletiva.
Nos dias 6, 7 e 8 de maio, em Cuiabá, cidadãos e profissionais terão a oportunidade de compartilhar vivências reais com a Justiça: o que funcionou, o que pode melhorar e o que ainda precisa evoluir.
A escuta será organizada em eixos temáticos distribuídos ao longo dos três dias, cada um voltado a um aspecto específico da relação entre o cidadão e o Judiciário:
📅 06 de maio (quarta-feira)
🕗 08h30 às 11h30
🕝 14h30 às 17h30
Acesso à Justiça e Atendimento ao Cidadão
Espaço para entender como as pessoas chegam ao Judiciário, como avaliam o atendimento e quais dificuldades encontram ao buscar seus direitos.
📅 07 de maio (quinta-feira)
🕗 08h30 às 11h30
Direitos, Inclusão e Proteção Social
Voltado a ouvir experiências relacionadas à acessibilidade, equidade e atendimento a públicos diversos, especialmente em contextos de vulnerabilidade.
🕝 14h30 às 17h30
Conciliação, Mediação e Solução de Conflitos
Focado em compreender como os conflitos são resolvidos e como fortalecer soluções mais rápidas, eficazes e baseadas no diálogo.
📅 08 de maio (sexta-feira)
🕗 08h30 às 11h30
Justiça Digital e Sistema de Justiça
Destinado a captar percepções sobre o uso de sistemas, plataformas digitais e atendimentos remotos.
🕝 14h30 às 17h30
Futuro do Judiciário, Inovação e Sociedade
Momento para reunir ideias e expectativas sobre uma Justiça mais moderna, eficiente e conectada com a sociedade.
Além de opiniões, o que se busca são experiências reais, ajudando o Judiciário a ajustar rotas, aprimorar serviços e se aproximar ainda mais das necessidades da sociedade.
As oficinas serão presenciais, no Complexo dos Juizados Especiais de Cuiabá. As vagas são limitadas.
Se você já passou por alguma situação no sistema de Justiça, essa é a oportunidade de contribuir de forma direta.
📌 Garanta sua pré-inscrição: https://forms.cloud.microsoft/r/1cEE303y1K

Autor: Talita Ormond

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Nova Política Nacional de Educação Inclusiva é apresentada

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A nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), instituída pelo Decreto nº 12.686/2025 e pela Portaria MEC nº 421/2026, foi apresentada na manhã desta quinta-feira (20), na Sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, durante a capacitação “Abraçando as Diferenças”. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) estabelece diretrizes para fortalecer a inclusão de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação, ampliando o apoio às redes de ensino e promovendo melhores condições de acesso, permanência, aprendizagem e participação escolar.A abertura dos trabalhos foi conduzida pela coordenadora-adjunta do Centro de Apoio Operacional (CAO) Pessoa com Deficiência, promotora de Justiça Sasenazy Soares Rocha Daufenbach, que atuou como mediadora do encontro. Como palestrante, participou o coordenador-geral da Política Pedagógica da Educação Especial do Ministério da Educação, Marco Antônio Melo Franco, foi o responsável por apresentar as diretrizes, avanços e os desafios relacionados à implementação da nova política em todo o país.A PNEEI surge em contexto de crescimento das matrículas da educação especial em classes comuns e busca orientar a atuação das redes de ensino na construção de uma educação cada vez mais inclusiva. Entre as principais medidas, estão a regulamentação do profissional de apoio escolar, a definição de diretrizes para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e o fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios.Um dos destaques da política é a criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (RENEEI), que terá a missão de apoiar a implementação das ações, promover a formação continuada dos profissionais da educação e fortalecer a articulação entre as áreas de educação, saúde, assistência social e do sistema de garantia de direitos.Durante a apresentação, foram destacados dados que demonstram os avanços da educação inclusiva no país. Atualmente, o Brasil registra cerca de 2,5 milhões de matrículas na educação especial, das quais 93,5% correspondem a estudantes incluídos em classes comuns. Na rede pública de ensino, esse percentual alcança 98,1%.Outro avanço previsto na política é a utilização do estudo de caso como instrumento pedagógico para identificar barreiras à aprendizagem e definir estratégias de apoio aos estudantes. A proposta reforça que o foco da atuação educacional deve estar nas necessidades de cada aluno e na eliminação dos obstáculos que dificultam sua participação no ambiente escolar, e não exclusivamente em diagnósticos clínicos.A normativa também prevê a implantação dos Núcleos Intersetoriais de Educação Especial Inclusiva, compostos por representantes das áreas de educação, saúde, assistência social e órgãos de proteção de direitos. O objetivo é ampliar a atuação integrada dessas instituições e fortalecer o acompanhamento dos estudantes da educação especial.Durante o debate, o Ministério Público destacou a importância do monitoramento da implementação da política. Nesse contexto, Marco Antônio Melo Franco ressaltou que o Observatório da Educação Especial Inclusiva será uma das principais ferramentas para acompanhar a execução das ações em todo o território nacional.Segundo o coordenador, o observatório permitirá compreender como a política está sendo aplicada nas diferentes regiões do país, identificando desafios e oportunidades de aprimoramento das ações voltadas à inclusão escolar. Ele também reforçou a importância das parcerias institucionais, especialmente com o Ministério Público, para fortalecer a efetivação das políticas públicas educacionais.Entre as iniciativas previstas está o Selo Redes Educacionais Inclusivas, que reconhecerá experiências exitosas na promoção da inclusão escolar e contribuirá para a disseminação de boas práticas nas redes de ensino.A política prevê uma estrutura nacional de governança, com coordenadores e agentes distribuídos em todos os estados brasileiros para acompanhar a implementação das ações, promover a articulação entre os municípios e fornecer informações estratégicas ao Ministério da Educação.Atualmente, estão em andamento a estruturação dos centros de referência nas 27 unidades da Federação, a implantação do Observatório da Educação Especial Inclusiva e a organização dos núcleos intersetoriais que atuarão nos territórios.Saiba mais – A capacitação foi promovida pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), escola institucional do MPMT, em parceria com a Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico; o Centro de Apoio Operacional de Educação; e o Centro de Apoio Operacional Pessoa com Deficiência, com apoio da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT), Comunic@TEA e Turma do Jiló.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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