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Workshop “Navegando os Desafios da Cibersegurança no Setor Público” será nesta quarta-feira (30/07)

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) realizará, na quarta-feira (30 de julho), o workshop “Navegando os Desafios da Cibersegurança no Setor Público”. A capacitação visa fortalecer a proteção de dados e ativos digitais do Judiciário de Mato Grosso. O evento deve reunir gestores, servidores e equipes técnicas da instituição, das 13h30 às 17h45, na Escola dos Servidores, Sala Cajazeira.

O evento também está alinhado à política institucional de Justiça Segura, implementada pela gestão do TJMT. “Essa capacitação é parte da estratégia de garantir um ambiente digital protegido. Estamos nos blindando e nos preparando para enfrentar essas novas formas de ameaça”, ressalta o juiz auxiliar da Presidência do TJMT, Emerson Luís Pereira Cajango.

A programação conta com a apresentação dos quatro principais fornecedores de soluções tecnológicas que atendem o TJMT (Check Point, Kaspersky, Trend Micro, Red Hat).

“O objetivo é que possam apresentar os casos de sucesso, mostrando como as ferramentas auxiliam diretamente o Poder Judiciário, considerando a complexidade de um órgão público como o nosso”, pontua Fellipe Abib, assessor de projetos de TI da Assessoria de Tecnologia da Informação (CTII) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

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A iniciativa é uma forma de proteger a Instituição e servidores dos riscos e apresentar quais são as estratégias de proteções digitais adotadas pela Justiça estadual.

Além de conhecer as aplicações ofertadas pelas empresas, o workshop pretende aproximar o tema da realidade de todos os servidores. Situações como ataques cibernéticos. “Vamos reforçar práticas básicas como não compartilhar senhas, não clicar em links desconhecidos e desconfiar de mensagens com promoções ou alertas urgentes. Essas orientações são essenciais, porque muitas vezes o usuário leigo é o elo mais vulnerável da cadeia”, explica Abib.

Serviço

Evento: Workshop “Navegando os Desafios da Cibersegurança no Setor Público”

Data: 30 de julho (terça-feira)

Horário: 13h30 às 17h45

Local: Escola dos Servidores, Sala Cajueiro – TJMT

Público-alvo: Gestores, servidores e equipes técnicas do TJMT

Empresas participantes: Red Hat, Trend Micro, Kaspersky e Check Point

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Autor: Priscilla Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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