POLÍCIA
Polícia Civil autua motorista que causou morte de professor por homicídio doloso
POLÍCIA
O motorista responsável pelo atropelamento que resultou na morte do professor Leandro Ribeiro Padilha, de 31 anos, ocorrido na madrugada de domingo (10), em Campinápolis foi flagrante pela Polícia Civil por crime de homicídio doloso, sendo a sua prisão convertida em preventiva.
O motorista, de 19 anos, foi preso pela Polícia Militar, poucas horas após os fatos. Interrogado na Delegacia de Campinápolis, confessou que havia consumido bebida alcoólica e alegou que não percebeu que havia atropelado a vítima.
O atropelamento que vitimou o professor, conhecido como “Cajú”, ocorreu no distrito de São José do Couto, causando enorme comoção social, uma vez que ele era muito querido no município.
Imagens de câmeras de segurança flagraram o exato momento em que o veículo, conduzido pelo jovem, atropelou a vítima e a arremessou para o alto. O motorista evadiu-se do local sem prestar socorro.
A partir das imagens foi possível identificar o veículo envolvido no acidente e na sequência, o condutor que foi detido pela Polícia Militar e encaminhado à Delegacia de Campinápolis.
Durante a sua oitiva, o motorista relatou que havia consumido bebida alcoólica, apagou e não percebeu que tinha atropelado e matado a vítima. O jovem disse ainda que conhecia o professor e não tinha problemas com ele.
Após a lavratura do flagrante por homicídio doloso no trânsito, o autor foi apresentado à Justiça, ocasião em que teve a prisão convertida em preventiva. As investigações seguem em andamento e a equipe da Polícia Civil trabalha para concluir o inquérito e averiguar todas as circunstâncias relacionadas ao acidente.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia Civil cumpre mandados contra suspeitos de exaltar facção criminosa nas redes sociais
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação “Locus Defecit”, para cumprir quatro ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos em diversas ações criminosas na região de Cáceres e de exaltar grupo criminoso nas redes sociais.
Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado do município (Draco/Cáceres).
As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), já que um dos investigados se encontrava preso por tráfico de drogas.
O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado.
As investigações apontaram que os faccionados estão envolvidos com o tráfico de drogas em Cáceres e também atuavam como “missionários”, ostentando armas de fogo, drogas e valores em espécie por meio de redes sociais, com mensagens de exaltação ao grupo criminoso, inseridas em um contexto de confronto com uma facção criminosa rival.
Um dos alvos foi localizado e preso em um bar onde residia, na cidade de Cuiabá, enquanto o outro teve o mandado cumprido na PCE, onde já se encontrava recolhido.
Conforme o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação.
Nome da operação
O nome da operação, que significa “localização falhou”, faz referência a algumas publicações que os investigados faziam para demonstrar que não seriam localizados em investigações.
Operação Pharus
A Operação “Locus Defecit” integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para “farol”, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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