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Polícia Civil deflagra operação e prende suspeito por extorquir cerca de R$ 150 mil de vítima em Araputanga

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia de Araputanga, deflagrou a “Operação Preço do Silêncio”, que teve como objetivo investigar um suspeito pelo crime de extorsão, que causou prejuízo aproximado de R$ 150 mil reais à vítima.

Conforme a investigação, uma mulher manteve um relacionamento virtual com o suspeito. Ao longo desse período, o suspeito adquiriu confiança da vítima, ao ponto de obter imagens íntimas por meio de videochamadas.

De posse do material comprometedor, o suspeito passou a chantagear a mulher, ameaçando divulgar as fotos, caso ela não atendesse às suas exigências financeiras.

O golpe envolvia transferências via pix, autorização para compras em estabelecimentos comerciais e fornecimento de cheques.

No decorrer da investigação, a Polícia Civil identificou duas pessoas como beneficiárias diretas das transações fraudulentas, recebendo valores por meio de transferências bancárias e retirando mercadorias em diversos comércios da região de Araputanga.

Com base no material probatório coletado, incluindo depoimentos de comerciantes, comprovantes de transferências e registros de conversas em que foram identificadas as ameaças.

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Diante dos indícios de autoria e materialidade, o delegado responsável pela condução da investigação, Cleber Emanuel Neves, informou que foi cumprido um mandado de prisão preventiva, bem como medidas de busca e apreensão domiciliar e quebra de sigilo de dados dos dispositivos móveis dos investigados.

Os envolvidos devem responder pelo crime de extorsão, que prevê pena de reclusão de quatro a dez anos e multa.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil celebra com história de dedicação de servidor aposentado

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Nascido em 15 de agosto de 1936, o investigador aposentado Antônio Assunção da Silva se prepara para completar 90 anos. Uma vida longa — e, em grande parte, dedicada a servir, vestindo a missão da Polícia Civil de Mato Grosso, em uma trajetória marcada por coragem, disciplina e amor ao que fazia.

Mais do que números, sua história é feita de vínculos: oito filhos, 16 netos e oito tataranetos — uma família construída ao longo dos anos, lado a lado com a profissão que escolheu.

Conhecido como “cana dura”, pela postura firme e leal, seu Antônio fala do passado com brilho nos olhos. As lembranças vêm carregadas de um tempo em que, segundo ele, o respeito era parte da rotina. “Era um tempo muito bom. Eu gostava muito do meu trabalho. Naquele tempo, o sujeito (o infrator) respeitava a gente”, diz, com a serenidade de quem viveu intensamente cada momento.

Entre tantas histórias, uma permanece viva na memória: o dia em que entrou sozinho na casa de um magistrado, em Juína, diante de um pistoleiro armado. “Eu entrei com a arma longa e falei: ‘é a polícia, você está preso’. E ele se entregou. Aí algemei e coloquei ele na veraneio (modelo das viaturas da época)”, recorda. Um episódio que resume bem o tipo de policial que foi: firme, direto e destemido.

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Natural de Poconé, seu Antônio construiu sua carreira em diferentes cidades de Mato Grosso — Cuiabá, Colíder, Peixoto de Azevedo, Sinop e Guarantã do Norte — até fixar raízes em Juína, onde também encerrou sua trajetória profissional, em 2003. Durante essa trajetória foi condecorado diversas vezes em razão do comprometimento com a instituição.

Mas a aposentadoria não o afastou daquilo que sempre fez parte de sua vida. Hoje, morando no complexo habitacional anexo à Delegacia de Juína, ele segue presente. Caminha pelos corredores, conversa com os policiais da ativa e compartilha histórias que atravessam gerações.

Ali, entre colegas e lembranças, onde é comumente chamado apenas por “Assunção”, ele ganhou um novo nome — talvez o mais simbólico de todos: “Lenda Viva”, por conta dos seus feitos, talentos e proezas notáveis, que o tornou uma pessoa icônica na instituição.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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