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Polícia Civil prende casal envolvido em homicídio em Barra do Bugres

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Policiais civis de Barra do Bugres prenderam nesta semana dois envolvidos em um homicídio que ocorreu no início de junho, a mando de uma facção criminosa. O casal foi preso na segunda-feira (31.07), quando o rapaz foi buscar a namorada no trabalho.

F.M.S.S., de 23 anos e E.C.F., 20 anos estavam com os mandados de prisão preventiva decretados pela 3ª Vara Criminal de Barra do Bugres após a Polícia Civil identificá-los como participantes no homicídio de Jonathan Elisbão Salustiano. A vítima foi morta por disparos na porta de sua residência, no bairro Pronave, no dia 07 de junho.

Conforme o inquérito policial foram apontados cinco envolvidos no crime, entre executor, mandantes e quem deu apoio à empreitada criminosa. Uma das envolvidas no crime, namorada do executor, foi presa no dia 02 de julho, em Cuiabá, em uma ação da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos. A prisão temporária dela em relação ao homicídio foi convertida em preventiva nesta semana. Ela e o namorado também são alvos de investigação da Derfva que apura os crimes de receptação, roubo majorado, associação criminosa e organização criminosa na região metropolitana da Capital.

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Execução do homicídio

A mulher presa em Cuiabá foi a responsável em atrair a vítima. Ela foi até a residência de Jonathan sob o pretexto de tomar ‘tereré’. Ao chegar ao local, ela avisou seu namorado, que aguardava o contato e depois seguiu para a casa da vítima na companhia do investigado que foi preso nesta semana.

Seguindo o plano previamente elaborado, a mulher se despediu da vítima e chamou Jonathan para que a acompanhasse até a porta da casa. Quando a vítima chegou no portão, foi atingida por disparos de arma de fogo. O crime foi motivado por rixa entre facções criminosas, possivelmente, para tomada de espaço para comércio de entorpecente.

A investigação apontou que o crime foi planejado pela mulher presa em Cuiabá e seu namorado, além de mais duas pessoas. A quinta participação foi da jovem presa em Barra do Bugres nesta segunda-feira, responsável por esconder as armas utilizadas no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil celebra com história de dedicação de servidor aposentado

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Nascido em 15 de agosto de 1936, o investigador aposentado Antônio Assunção da Silva se prepara para completar 90 anos. Uma vida longa — e, em grande parte, dedicada a servir, vestindo a missão da Polícia Civil de Mato Grosso, em uma trajetória marcada por coragem, disciplina e amor ao que fazia.

Mais do que números, sua história é feita de vínculos: oito filhos, 16 netos e oito tataranetos — uma família construída ao longo dos anos, lado a lado com a profissão que escolheu.

Conhecido como “cana dura”, pela postura firme e leal, seu Antônio fala do passado com brilho nos olhos. As lembranças vêm carregadas de um tempo em que, segundo ele, o respeito era parte da rotina. “Era um tempo muito bom. Eu gostava muito do meu trabalho. Naquele tempo, o sujeito (o infrator) respeitava a gente”, diz, com a serenidade de quem viveu intensamente cada momento.

Entre tantas histórias, uma permanece viva na memória: o dia em que entrou sozinho na casa de um magistrado, em Juína, diante de um pistoleiro armado. “Eu entrei com a arma longa e falei: ‘é a polícia, você está preso’. E ele se entregou. Aí algemei e coloquei ele na veraneio (modelo das viaturas da época)”, recorda. Um episódio que resume bem o tipo de policial que foi: firme, direto e destemido.

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Natural de Poconé, seu Antônio construiu sua carreira em diferentes cidades de Mato Grosso — Cuiabá, Colíder, Peixoto de Azevedo, Sinop e Guarantã do Norte — até fixar raízes em Juína, onde também encerrou sua trajetória profissional, em 2003. Durante essa trajetória foi condecorado diversas vezes em razão do comprometimento com a instituição.

Mas a aposentadoria não o afastou daquilo que sempre fez parte de sua vida. Hoje, morando no complexo habitacional anexo à Delegacia de Juína, ele segue presente. Caminha pelos corredores, conversa com os policiais da ativa e compartilha histórias que atravessam gerações.

Ali, entre colegas e lembranças, onde é comumente chamado apenas por “Assunção”, ele ganhou um novo nome — talvez o mais simbólico de todos: “Lenda Viva”, por conta dos seus feitos, talentos e proezas notáveis, que o tornou uma pessoa icônica na instituição.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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