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Dr. João ropõe alternativas para melhorar atendimento no Hospital Regional de Cáceres

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Em busca de soluções para fortalecer a saúde pública na região Oeste e Sudoeste de Mato Grosso, o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Dr. João (MDB), integrou, na terça-feira (10), a visita técnica da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social ao Hospital Regional Dr. Antônio Carlos Souto Fontes, em Cáceres. A agenda, que incluiu reuniões com prefeitos e secretários de saúde de 23 municípios, no auditório do Hospital São Luiz, reforçou o compromisso do parlamentar em melhorar o atendimento regionalizado.

“Queremos melhorar a qualidade da saúde não só de Cáceres, mas de todo o consórcio, que pode chegar a 22 municípios”, declarou Dr. João.

A visita revelou a alta resolutividade do hospital, que opera com taxa de ocupação próxima a 100% e é referência em especialidades como ortopedia, atendendo demandas de 23 cidades e até pacientes da Bolívia. “Gostei muito do que vi. É um hospital com grande resolutividade, especialmente em ortopedia, algo que a maioria das cidades não tem”, destacou o deputado.

No entanto, ele apontou desafios, como a necessidade de fortalecer os serviços de pediatria e ginecologia-obstetrícia. Para isso, Dr. João propôs, junto à Comissão de Saúde, uma solução inicial com a parceria de um hospital privado e, a longo prazo, a criação de uma maternidade pública em Cáceres.

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A Comissão de Saúde articulou estratégias para enfrentar as carências estruturais, incluindo o credenciamento de unidades para atendimentos de baixa complexidade e a reativação do Hospital Bom Samaritano como unidade municipal, conforme sugerido pela prefeita Eliene Liberato.

A gestora elogiou a iniciativa dos deputados e defendeu uma pactuação entre município, estado e União para reestruturar a rede. “Com o Bom Samaritano assumindo partos normais e casos leves, podemos desafogar a UPA e o Hospital Regional”, afirmou Eliene.

O Hospital Regional, inaugurado em 2001 e administrado pelo governo estadual, realizou mais de 197 mil procedimentos entre 2022 e 2025, com destaque para trauma, doenças digestivas e respiratórias. A unidade conta com 16 leitos de UTI adulto, 10 pediátricos, 29 de ortopedia e traumatologia, além de outros leitos em clínica cirúrgica, oncologia, pediatria e emergência.

A comitiva também visitou o Centro Regional de Oncologia Dr. José Monteiro da Silva e o Banco de Sangue, reforçando a importância de investimentos na rede.

Dr. João e seus colegas da Comissão de Saúde comprometeram-se a articular junto ao governo estadual os recursos necessários para as melhorias. “Temos que discutir a situação da pediatria e ginecologia-obstetrícia. Estamos trabalhando em propostas para criar uma unidade própria e melhorar o atendimento em toda a região”, disse.

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A Comissão de Saúde planeja pactuações de curto, médio e longo prazo, priorizando a sustentabilidade do sistema.

A inspeção contou com a presença dos deputados membros da comissão, deputado Paulo Araújo (PP), que preside a Comissão, Dr. João (MDB) e Lúdio Cabral (PT), além de técnicos do Núcleo Social e do Programa QualiVida da ALMT.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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