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Paulo Araújo consolida atuação técnica e municipalista em dois anos e meio de mandato na ALMT

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Com 48 anos de trajetória iniciada como servidor público de carreira da Secretaria de Saúde de Mato Grosso, o deputado estadual Paulo Araújo (PP) chega à metade de seu segundo mandato na Assembleia Legislativa com resultados que refletem sua atuação técnica, municipalista e articulada. Em dois anos e meio, o parlamentar destinou R$ 25.784.086,00 em emendas a todas as regiões do estado, apresentou 986 proposições legislativas, atuou em sete comissões parlamentares, presidiu a Comissão de Saúde e foi eleito segundo-secretário da Mesa Diretora da ALMT.

Paulo Araújo carrega o diferencial de quem conhece o serviço público por dentro. É cuiabano nato e sua trajetória política iniciou na Câmara Municipal de Cuiabá, onde foi vereador por dois mandatos, antes de chegar ao Legislativo estadual.

“Minha história é construída com trabalho sério e compromisso com as pessoas. Venho da base, sou cuiabano, servidor de carreira e acredito que política pública de verdade é feita em parceria com os municípios e ouvindo a população”, afirmou o deputado.

Além de representar a capital, Cuiabá, Paulo Araújo tem intensificado sua atuação em todo o estado, principalmente na área da saúde, sua principal bandeira. Do total de emendas destinadas, R$ 12.892.043,00 foram alocados para o setor, sendo R$ 6.392.043,00 para custeio e R$ 6.500.000,00 para investimentos em equipamentos, veículos, ambulâncias e infraestrutura hospitalar.

Emendas Parlamentares Destinadas: R$ 25.784.086,00

SAÚDE: R$ 12,8 Milhões Investidos em 28 Municípios

Municípios contemplados com emendas de custeio na saúde: Apiacás – R$ 500.000,00; Aripuanã – R$ 600.000,00; Barão de Melgaço – R$ 500.000,00; Barra do Bugres – R$ 100.000,00; Cuiabá – R$ 1.000.000,00; Curvelândia – R$ 100.000,00; Campo Novo do Parecis – R$ 250.000,00; Denise – R$ 1.000.000,00; Nova Marilândia – R$ 500.000,00; Poconé – R$ 500.000,00; Reserva do Cabaçal – R$ 500.000,00; Santa Terezinha – R$ 100.000,00 e Nortelândia – R$ 100.000,00.

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Municípios atendidos com investimentos em saúde: Acorizal – R$ 200.000,00 (veículo para hemodiálise); Araguaiana – R$ 200.000,00 (equipamentos, motos e bicicletas ACS); Araputanga – R$ 500.000,00 (motos ACS e van); Arenápolis – R$ 500.000,00 (veículo e ambulância); Barra do Bugres – R$ 350.000,00 (veículo, motos ACS e odontologia); Denise – R$ 150.000,00 (motos e bicicletas elétricas); Juína – R$ 220.000,00 (ambulância); Lambari D’Oeste – R$ 350.000,00 (aparelho de raio-X); Nortelândia – R$ 350.000,00 (ambulância); Nova Monte Verde – R$ 350.000,00 (raio-X); Nova Nazaré – R$ 100.000,00 (equipamentos laboratoriais); Nova Olímpia – R$ 670.000,00 (ambulância e motos ACS); Porto Estrela – R$ 380.000,00 (veículos); Querência – R$ 380.000,00 (ambulância e motos); Ribeirão Cascalheira – R$ 500.000,00 (duas ambulâncias); Rio Branco – R$ 380.000,00 (ambulância grande); Rondolândia – R$ 100.000,00 (veículo); Santa Terezinha – R$ 100.000,00 (autoclave, respiradores e desfibriladores) e São José do Xingu – R$ 200.000,00 (veículos).

“São ações que fortalecem a atenção básica, garantem estrutura aos profissionais e dignidade a quem precisa dos serviços de saúde nos municípios. Isso não se faz sozinho. É fruto de muito diálogo com prefeitos, vereadores, lideranças locais e o apoio técnico do nosso gabinete”, pontuou Araújo.

Emendas com alocação livre como foco em desenvolvimento social: R$ 12,8 Milhões

O restante das emendas parlamentares, também no valor de R$ 12.892.043,00, foi direcionado a áreas estratégicas, como cultura, esporte, agricultura familiar e educação técnica, contemplando diferentes secretarias estaduais:

Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) / Esporte e Lazer: R$ 4.500.000,00;

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Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel): R$ 4.892.043,00;

Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci): R$ 2.500.000,00 e na

Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf): R$ 1.000.000,00.

Produção Legislativa: De janeiro de 2023 a julho de 2025

Em dois anos e meio de mandato, Paulo Araújo apresentou 986 proposições legislativas, entre as quais se destacam: 207 Projetos de Lei, 7 Projetos de Lei Complementar, 5 Propostas de Emenda Constitucional, 64 Projetos de Resolução, 503 Indicações ao Governo, 170 Moções de Aplauso, 3 Moções de Pesar e 27 Requerimentos.

Das proposições apresentadas, 15 resultaram em leis sancionadas. Entre elas, destacam-se:

Lei nº 12.077/2023, que cria a campanha de conscientização sobre a identificação de animais domésticos no Estado.

Lei nº 11.995/2023 – Garante a reserva de cargos públicos para pessoas com deficiência também em contratações temporárias.

Lei nº 12.557/2024 – Estabelece transparência na divulgação das multas aplicadas por radares eletrônicos no Estado de Mato Grosso.

Paulo Araújo é autor de proposições relevantes voltadas às áreas da saúde, assistência social, transparência e direitos dos servidores públicos. Também integra sete comissões permanentes da Assembleia Legislativa, sendo presidente da Comissão de Saúde.

Com forte ligação com os municípios, o mandato de Paulo Araújo é pautado pela articulação política e técnica com as administrações locais e movimentos sociais. “Construímos mandatos ouvindo, dialogando e entregando. A política tem que melhorar a vida das pessoas, especialmente as mais vulneráveis. Por isso, seguimos firmes com o nosso lema: o projeto por Mato Grosso é no coletivo”, finalizou o parlamentar.

Fonte: ALMT – MT

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Após atuação da ALMT, STF reconhece cumprimento por MT à apresentação de propostas sobre divisa entre Mato Grosso e Pará

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A atuação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na discussão sobre a divisa entre Mato Grosso e Pará alcançou uma nova etapa no Supremo Tribunal Federal (STF). Em decisão proferida pelo ministro Flávio Dino, no último dia 11, na Ação Rescisória nº 2.964, o relator reconheceu como cumprida por Mato Grosso a etapa destinada à apresentação de propostas adicionais de acordo e determinou que o estado do Pará se manifeste sobre elas no prazo de 30 dias.

A decisão representa um avanço na estratégia institucional desenvolvida nos últimos meses pela ALMT. As propostas construídas pela Procuradoria-Geral da Assembleia foram incorporadas à estratégia de Mato Grosso para que a discussão não fique restrita à definição territorial e à regularização fundiária, mas alcance também os impactos concretos da mudança de divisa sobre a população.

Na Procuradoria-Geral da ALMT, a construção das teses e das manifestações apresentadas ao Supremo vem sendo conduzida pelos procuradores Ricardo Riva e Bruno Willames Cardoso Leite. Eles são responsáveis pela formulação da linha jurídica que colocou no centro da discussão a continuidade dos serviços públicos e a necessidade de uma transição organizada entre os dois Estados.

Desde o último mês junho, de acordo com Bruno Willames, a Procuradoria da Assembleia passou a defender perante o STF que a solução para o conflito territorial centenário não poderia se resumir à definição de quem é proprietário ou de qual estado determinada área pertence.

“Era necessário enfrentar também questões como saúde, educação, transporte escolar, estradas, segurança pública, sanidade animal, tributação, regularização ambiental, atividade produtiva, ressarcimento de despesas e continuidade dos serviços atualmente prestados por Mato Grosso e seus municípios”, afirmou o procurador.

De acordo com o procurador, a atuação tem respaldado a participação institucional da Assembleia Legislativa na discussão e aproximação com os municípios diretamente atingidos pelo conflito. “A estratégia da ALMT tem buscado levar ao processo não apenas argumentos jurídicos, mas informações produzidas pelas prefeituras, representantes das comunidades e setores econômicos que convivem diariamente com os efeitos da indefinição histórica da divisa”, afirmou.

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Na nova decisão, o relator Flávio Dino registrou detalhadamente a proposta apresentada por Mato Grosso, incluindo a criação de uma Mesa Técnica de Trabalho Mato Grosso e Pará, com participação dos municípios, e a construção de uma solução piloto para a região da Serra dos Apiacás, envolvendo inicialmente Apiacás, Paranaíta e Alta Floresta, em Mato Grosso, e Jacareacanga e Novo Progresso, no Pará.

O ministro considerou que a manifestação apresentada por Mato Grosso em 31 de agosto, materializando o cumprimento da obrigação do acordo celebrado anteriormente entre os dois estados. Com isso, Flávio Dino determinou que o Pará seja intimado para se manifestar, em 30 dias, sobre as propostas.

Após a manifestação paraense, segundo o procurador, Mato Grosso terá prazo de 10 dias úteis. Em seguida, o processo retornará ao gabinete do relator para novas providências, havendo ainda previsão de que as partes possam requerer nova audiência de conciliação para tratar dos pontos que permanecerem controvertidos.

A decisão também reconheceu o avanço dos trabalhos na área fundiária. O ministro registrou a apresentação por Mato Grosso de cadeias dominiais, parecer técnico sobre a metodologia cartográfica histórica, mapas, cartografias, arquivos em formato shapefile e títulos definitivos emitidos pelo Intermat, considerando cumpridas pelo Estado as etapas correspondentes do acordo.

“Agora, caberá também ao Pará, no prazo determinado pelo STF, apresentar o compilado de dados dos imóveis necessário para que sejam requisitadas aos cartórios as respectivas cadeias dominiais”, afirmou o procurador.

Para o procurador Ricardo Riva, um dos responsáveis pela estratégia jurídica da ALMT no caso, a participação da Assembleia busca assegurar que a transição territorial seja acompanhada por soluções administrativas capazes de funcionar na prática.

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“A regularização fundiária é indispensável, mas existe uma população inteira vivendo nessa região. Saúde, educação, estradas, segurança, produção e os demais serviços públicos precisam continuar funcionando durante e depois dessa transição. Foi essa preocupação que levou a Assembleia a ampliar a discussão perante o Supremo”, destacou Riva.

O procurador Bruno Willames Cardoso Leite ressalta que a nova fase permite transformar problemas identificados ao longo dos trabalhos em propostas concretas de cooperação entre os entes públicos.

“Desde o início defendemos que não seria suficiente resolver a terra e deixar as pessoas para depois. A definição territorial precisa vir acompanhada de uma transição segura, com responsabilidades claras e participação dos municípios que conhecem e atendem essa população diariamente. Agora o Pará terá oportunidade de se manifestar sobre essas propostas e apresentar também suas soluções”, afirmou o procurador.

A Assembleia Legislativa, de acordo com o procurador Bruno Willames, continuará reunindo informações dos municípios enquanto transcorre o prazo concedido pelo STF, a Procuradoria-Geral da ALMT continuará trabalhando na reunião de informações sobre a realidade da região, especialmente dados relativos aos serviços efetivamente prestados por Mato Grosso e pelos municípios às comunidades localizadas do lado paraense da divisa.

Documentos já obtidos demonstram, por exemplo, atendimentos realizados pela rede pública de saúde de Mato Grosso a moradores do Pará. Esse tipo de informação deverá auxiliar na construção de soluções para continuidade dos serviços e eventual divisão de responsabilidades entre os entes públicos.

A Assembleia também pretende continuar ouvindo prefeitos, gestores, produtores e moradores das áreas atingidas, fortalecendo a participação dos municípios na próxima etapa da conciliação.

Fonte: ALMT – MT

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