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Seduc atende deputado Thiago Silva e anuncia licitação da Escola no Distrito de Boa Vista
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Reunião com secretário Alan Porto
Foto: HENRIQUE COSTA PIMENTA BRAGA
O deputado estadual Thiago Silva (MDB) reuniu-se na última quarta-feira (23) com o secretário estadual de Educação Alan Porto, com a diretora Maria Silvana e com a coordenadora Rosana Siano, para reforçar a cobrança para que o Governo do Estado faça a licitação da obra da nova sede para Escola José Rodrigues, no Distrito de Boa Vista, em Rondonópolis. O encontro foi realizado na Secretaria de Estado de Educação (Seduc), em Cuiabá.
Durante a reunião, o parlamentar relembrou ao secretário que esteve junto da diretora Maria Silvana em 2020 para vistoriar a escola. Após a visita, a equipe técnica de engenharia da Seduc esteve na unidade escolar e condenou o prédio por conta de rachaduras na estrutura das salas. O governo se comprometeu a construir uma nova escola, porém duas licitações já foram realizadas e nenhuma empresa se habilitou para construir a escola.
Thiago Silva, a diretora Silvana e coordenadora Rosana solicitaram na reunião com Alan Porto para pedir urgência na licitação da obra. O secretário Alan confirmou que o processo será realizado no início de março.
“A construção da escola é a realização de um sonho para a comunidade de Boa Vista e hoje recebemos a notícia que na próxima semana inicia a nova licitação. Precisamos que a Seduc dê melhores condições estruturais para os alunos do distrito estudarem e a nova escola será essencial para o atendimento de toda comunidade escolar que tem buscado nosso apoio para resolver este verdadeiro impasse”, disse o deputado Thiago Silva.
Segundo a diretora Maria Silvana, hoje a escola está alocada no centro comunitário da igreja, dividindo espaço com mais atividades realizadas pela comunidade. “Precisamos de um espaço decente para atender nossos alunos e professores, pois hoje usamos o centro comunitário e não temos certeza de que a cessão do espaço será renovada. Precisamos de dar dignidade e melhores condições para os professores ensinarem e alunos estudarem, pois infelizmente estamos aguardando há meses uma solução definitiva”, disse a diretora.
O deputado Thiago reforçou que irá continuar acompanhando de perto o trâmite administrativo e cobrando a Seduc com objetivo de que a ordem de serviço para construção da escola seja dada ainda no primeiro semestre.
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Sinfra prevê concluir obras do BRT entre Cuiabá e Várzea Grande até dezembro de 2026
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo Oliveira, e a equipe técnica da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informaram, nesta segunda-feira (13), durante audiência pública na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que as obras do BRT no trecho entre a Avenida do CPA, em Cuiabá, e o Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, devem ser concluídas até o fim de dezembro de 2026.
Durante a apresentação, os representantes detalharam as alterações no projeto das 77 estações, o cronograma de execução das obras, a futura implantação do corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa, a aquisição de ônibus elétricos e as medidas adotadas pelo Governo do Estado após a rescisão do contrato com a primeira empresa responsável pela execução do empreendimento.
Antes de deixar a audiência pública, Marcelo Oliveira afirmou que a venda dos trens e o leilão dos materiais remanescentes do antigo Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) devem gerar mais de R$ 1 bilhão em recursos para os cofres públicos. O secretário também rebateu críticas à execução das obras do novo sistema de transporte e destacou que a equipe precisou enfrentar desafios decorrentes do crescimento populacional e do aumento da frota de veículos entre 2012 e 2024.
Segundo Oliveira, a primeira empresa contratada para executar o projeto não conseguiu cumprir as obrigações previstas em contrato, o que levou o Governo do Estado a rescindir o acordo, aplicar penalidades e reformular o modelo de execução das obras. Ele acrescentou que, durante a execução dos trabalhos em Várzea Grande, a gestão municipal da época também impôs dificuldades que, segundo ele, comprometeram o andamento do empreendimento.
Sobre a implantação do corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa, o secretário-adjunto de Obras da Sinfra, Isac Nascimento, informou que a licitação ainda não foi lançada e, por isso, não há recursos empenhados para a execução da obra. Segundo ele, os trabalhos nesse trecho devem começar apenas no próximo ano. Nascimento também confirmou que o processo de aquisição dos ônibus elétricos segue em tramitação interna na Sinfra.
O trecho do BRT entre Cuiabá e Várzea Grande terá 15 quilômetros de extensão, enquanto o corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa contará com aproximadamente sete quilômetros. Isac Nascimento afirmou ainda que o projeto das 77 estações passou por uma reformulação para oferecer mais qualidade, segurança e durabilidade aos usuários. No trecho entre Cuiabá e Várzea Grande, serão utilizados 25 ônibus elétricos para atender a população.
Questionado sobre o processo licitatório para a continuidade das obras, Nascimento explicou que o Estado identificou a necessidade de aprimorar o projeto original, substituindo itens inicialmente previstos, como o sistema convencional de ar-condicionado, que será trocado por equipamentos industriais. O novo projeto também prevê a instalação de vidros antivandalismo e outras melhorias estruturais nas estações.
O secretário-adjunto informou que o cronograma inicial do Lote 1 das obras do BRT, correspondente ao primeiro corredor estrutural de transporte coletivo entre o Terminal de Várzea Grande e o Terminal do CPA, em Cuiabá, previa a conclusão dos serviços em seis meses, com a abertura simultânea de sete frentes de trabalho no trecho entre o Viaduto da Sefaz e a Ponte Júlio Müller.
No entanto, segundo ele, a estratégia precisou ser revista após a abertura da primeira frente de obras, quando os impactos no trânsito provocaram reclamações da população e repercussão na imprensa. De acordo com Nascimento, caso todas as frentes fossem abertas ao mesmo tempo, conforme o planejamento inicial, haveria risco de colapso na mobilidade urbana de Cuiabá, o que exigiu a revisão do cronograma de execução.
“A execução da obra passou a ser conduzida de forma gradual, em alinhamento permanente com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), responsável pela gestão do trânsito na capital. As intervenções são planejadas em conjunto para definir quais trechos podem ser interditados, considerando também outras obras em andamento na cidade, como as executadas pela concessionária de abastecimento de água e esgotamento sanitário”, explicou o secretário-adjunto da Sinfra.
Fonte: ALMT – MT


