POLITÍCA NACIONAL
Bruno Bonetti toma posse e defende PL da Dosimetria
POLITÍCA NACIONAL
Primeiro suplente do senador Romário, Bruno Bonetti (PL-RJ) tomou posse nesta terça-feira (16) após o titular entrar de licença.
Em seu primeiro pronunciamento, Bonetti criticou o governo federal e elogiou o governador do estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, pelo combate ao crime organizado.
O novo senador também defendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro e declarou que votará a favor do chamado Projeto de Lei da Dosimetria (PL 2.162/2023), que reduz penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado em 2023 e também modifica regras de cumprimento de prisão decorrente de outros crimes.
— Não gostam de Bolsonaro por sua sintonia de opiniões e convicções com o verdadeiro brasileiro, que é conservador, que valoriza sua família, que teme por sua segurança e que vai ao culto e à igreja professar a sua fé — declarou Bonetti, acrescentado que Bolsonar passa por um “martírio”.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLITÍCA NACIONAL
Comissão aprova proposta de porte de arma para corretores de imóveis
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza o porte de arma de fogo para corretores de imóveis no exercício da profissão.
Com a medida, os corretores de imóveis registrados no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) passam a figurar na lista de categorias com direito ao porte funcional.
A proposta foi aprovada com alterações sugeridas pelo relator, deputado Capitão Alden (PL-BA), que apresentou um substitutivo para o PL 942/26, do deputado Delegado Caveira (PL-PA). O relator optou por alterar o Estatuto do Desarmamento em vez de criar uma lei isolada.
“A atividade do corretor de imóveis, por sua natureza itinerante e pela necessidade de adentrar locais ermos com pessoas desconhecidas, configura-se como atividade de risco que justifica a proteção estatal por meio da autorização para o porte de arma”, justificou Capitão Alden.
Mudanças
Capitão Alden retirou do projeto original a obrigatoriedade de o corretor registrar em agenda ou plano de trabalho seus horários e itinerários para poder portar a arma. De acordo com o parlamentar, essas restrições poderiam dificultar o trabalho do profissional em casos de imprevistos ou novas oportunidades de negócio.
No entanto, o texto aprovado deixa claro que o porte é restrito ao exercício da profissão, não sendo permitido o uso da arma fora de serviço.
O corretor deve seguir as mesmas exigências que já constam do Estatuto do Desarmamento, como a comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica.
Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Rachel Librelon
Fonte: Câmara dos Deputados

