POLITÍCA NACIONAL
CAS aprova política de promoção da atividade física para idosos
POLITÍCA NACIONAL
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (29) projeto de lei que cria a Política Nacional de Promoção da Atividade Física para a Pessoa Idosa. O objetivo da política é melhorar a saúde, a autonomia e a qualidade de vida dos idosos.
O texto (PL 4.974/2023) segue agora para a Câmara dos Deputados, exceto se houver requerimento para que seja votado no Plenário do Senado.
Relatora do projeto, a senadora Leila Barros (PDT-DF) defendeu que a atividade física é uma política pública importante para prevenir doenças e reduzir o isolamento social desse grupo. A senadora ressaltou que a população com mais de 60 anos está crescendo: hoje mais de 15% da população tem mais de 60 anos, segundo o Censo de 2022.
— Muitos idosos ficam só em casa, e esse tipo de atividade em que eles estão em contato com os demais idosos é fundamental também para a questão emocional. Ademais, essa iniciativa pode contribuir para diminuir a demanda sobre o sistema de saúde.
A proposta, de autoria do senador Eduardo Gomes (PL-TO), também passou pela Comissão de Esporte (CEsp) e pela Comissão de Direitos Humanos (CDH).
Iniciativas
Segundo o texto, a política incentivará a criação de espaços públicos apropriados para a prática de atividades físicas e esportivas pela pessoa idosa em locais seguros.
Os programas terão foco na prevenção de doenças e envelhecimento saudável, com atendimento por profissionais da saúde e da assistência social capacitados. E deverão ser integrados a outras ações de saúde em todos os níveis de cuidado ao idoso.
Órgãos governamentais, instituições de ensino, organizações da sociedade civil e empresas poderão fazer parcerias em eventos e campanhas. Um dos instrumentos para o fomento pode ser, por exemplo, incentivo fiscal e financeiro por parte do governo.
Caso o projeto se torne lei, o poder público poderá instituir um sistema de monitoramento e avaliação da política para acompanhar seus resultados.
Orientação profissional
A orientação das atividades físicas no âmbito da política será feita por profissionais habilitados, sem restrição de área de atuação — e não apenas por profissionais de educação física ou de fisioterapia, como dizia o texto aprovado anteriormente pela CDH. Leila, que na CDH havia acatado emenda com esse teor, voltou atrás e retirou a restrição, ampliando o escopo de profissionais que poderão atuar.
Na opinião da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), a atividade física sob orientação profissional também será uma oportunidade para se identificar violência praticada contra idosos.
— É nesse tipo de atividade que um bom profissional percebe que o braço [do idoso] está um pouquinho mais roxo, percebe que o olhar está abatido… — disse a senadora.
Requerimento
Os senadores aprovaram na mesma reunião um requerimento da senadora Dra. Eudócia (PL-AL) para que a CAS promova audiência pública sobre os medicamentos biossimilares no Brasil (REQ 100/2025 – CAS).
Medicamento biossimilar é um remédio produzido por células vivas que busca resultados semelhantes ao de outro medicamento biológico mais caro. Diferentemente do medicamento genérico, o biossimilar não substitui perfeitamente o medicamento original.
Dra. Eudócia apontou que os biossimilares podem ser mais utilizados na rede pública, para aumentar os tratamentos disponíveis à população e reduzir custos das compras governamentais.
A data do debate será agendado pela comissão.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLITÍCA NACIONAL
Senado adia votação da indicação de Benedito Gonçalves para o CNJ
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cancelou nesta quarta-feira (20) a votação da indicação do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao cargo de corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para o período de 2026 a 2028.
Dos 67 senadores presentes na Casa, apenas 59 registraram voto. Diante desse número de votantes, o presidente do Senado optou por não concluir a votação, que demanda maioria absoluta (41) para aprovação, e submeter a indicação ao Plenário em outra oportunidade. O adiamento foi defendido durante a sessão pelos senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Weverton (PDT-MA).
— A posse do novo corregedor ocorrerá em 3 de setembro. Portanto, como temos muito prazo, eu determino o cancelamento da votação – anunciou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Durante a discussão da indicação, senadores manifestaram apoio ao nome de Benedito Gonçalves, entre eles Otto Alencar (PSD-BA), enquanto outros, como Marcos do Val (Avante-ES), revelaram que votariam contra a indicação. Senadores da oposição também pediram que Davi levasse a votação até o final com os 59 computados, mas não foram atendidos pelo presidente do Senado.
Pela manhã, com 21 votos favoráveis e 5 contrários, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) havia aprovado a indicação de Benedito Gonçalves, que seguiu em regime de urgência para apreciação do Plenário. A indicação (OFS 4/2026), de iniciativa do STJ, foi relatada pelo senador Cid Gomes (PSB-CE).
Benedito Gonçalves é formado em direito, com mestrado e especialização. Antes de ingressar na magistratura, foi inspetor de alunos no Rio de Janeiro na década de 1970, papiloscopista na Polícia Federal e delegado de polícia no Distrito Federal.
Em 1988, tornou-se juiz federal, atuando no Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. Dez anos depois, foi promovido a desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Passados outros dez anos, alcançou o posto de ministro do STJ, cargo que ocupa até hoje.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem a função de exercer o controle administrativo, financeiro e disciplinar do Poder Judiciário brasileiro. O órgão atua para garantir a transparência, a eficiência e o cumprimento dos deveres funcionais dos magistrados, padronizando procedimentos em todo o país.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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