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CE volta a debater o Plano Nacional de Educação na quinta

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A Comissão de Educação (CE) vai promover na quinta-feira (12), a partir das 10h, mais uma audiência pública para debater o novo Plano Nacional de Educação (2024-2034). O requerimento para a realização da audiência (REQ 3/2025 – CE) foi apresentado pela senadora Teresa Leitão (PT-PE), presidente da comissão.

Para o debate, estão convidados o presidente da Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae); Luiz Dourado, e a presidente da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (Anfope), Malvina Tania Tuttman.

A presidente do Fórum Nacional de Diretores de Faculdades, de Educação ou Equivalentes das Universidades Públicas Brasileiras (Forumdir), Lueli Nogueira Duarte e Silva; a presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), Míriam Fabia Alves; e o presidente da Associação Nacional de Pesquisadores em Financiamento da Educação (Finedica), Nelson Cardoso Amaral, também constam da lista de convidados.

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) deve enviar um representante para a audiência — que terá caráter interativo, com a possibilidade de participação popular.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova punição para quem tentar interditar idosos de forma abusiva ou fraudulenta

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou o Projeto de Lei 464/26, que cria sanções civis e penais para quem tentar interditar idosos de forma abusiva ou fraudulenta.

O objetivo é impedir que familiares ou pessoas de confiança utilizem processos judiciais de interdição para assumir o controle de bens e rendimentos de idosos que ainda possuem plena capacidade.

A comissão aprovou a versão do relator, deputado Geraldo Resende (União-MS), para o Projeto de Lei 464/26, do deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE). O texto define a tentativa de curatela por má-fé como motivo para excluir o herdeiro da sucessão, resultando na perda do direito à herança.

Além da sanção civil, o projeto altera o Estatuto da Pessoa Idosa para aumentar a punição nos casos de apropriação ou desvio de bens. A pena para esse crime será aumentada de um terço até a metade se for praticado mediante a instauração de processo de curatela abusiva ou fundada em motivos falsos.

O substitutivo também atualiza termos legais e permite que o juiz reconheça o dolo (intenção de enganar) de forma mais ágil durante o processo, evitando que a lentidão da Justiça beneficie herdeiros de má-fé.

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“Ao prever a interdição abusiva como causa de exclusão da sucessão, o legislador cria um poderoso desincentivo civil, punindo no bolso aquele que viola o dever de solidariedade familiar”, afirmou o relator.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois pelo Plenário.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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