POLITÍCA NACIONAL
CEsp debate preparação de atletas para os Jogos Paralímpicos de 2028
POLITÍCA NACIONAL
A Comissão de Esporte (CEsp) promove, nesta quarta-feira (28), logo após a sessão deliberativa das 9h, uma audiência pública para discutir as perspectivas e os desafios do novo ciclo paralímpico, iniciado em 2025. O objetivo é avaliar o planejamento e a preparação dos atletas brasileiros rumo aos Jogos Paralímpicos de 2028, que serão realizados em Los Angeles, nos Estados Unidos.
A reunião atende a requerimento (REQ 16/2025-CEsp) da presidente da comissão, senadora Leila Barros (PDT-DF). Ao justificar o pedido, a parlamentar destacou o protagonismo do Movimento Paralímpico brasileiro no cenário internacional e a importância do debate neste momento de transição entre ciclos olímpicos.
“O Movimento Paralímpico brasileiro tem conquistado um papel de destaque no cenário esportivo internacional, com um histórico de medalhas e desempenhos expressivos em diversas modalidades”, afirmou. Nas Paralimpíadas de Paris, em 2024, o Brasil alcançou 89 medalhas, encerrando a competição na 5ª colocação do quadro geral.
Segundo Leila, o início do novo ciclo representa um “momento estratégico para discutir planejamento, investimentos, infraestrutura e suporte aos atletas e políticas públicas voltadas ao esporte paralímpico”. A audiência também será uma oportunidade para que o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) apresente suas expectativas e estratégias para os próximos anos.
Já confirmaram presença no debate:
- presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, José Antônio Ferreira Freire;
- vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Yohansson do Nascimento Ferreira;
- diretor de Alto Rendimento do Comitê Paralímpico Brasileiro, Jonas Rodrigo Alves Pereira Freire.
Camily Oliveira, sob supervisão de Patrícia Oliveira.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLITÍCA NACIONAL
PECs do fim da escala 6×1 e da segurança pública chegam à CCJ do Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, despachou na tarde desta sexta-feira (21) para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) duas propostas de emenda à Constituição (PECs): a que trata do fim da escala 6×1 (PEC 221/2019) e a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025).
No último dia 14, Davi já havia apontado as duas matérias entre as prioridades da pauta do Senado. Na CCJ, a PEC do fim da escala 6×1 terá como relator o senador Omar Aziz (PSD-AM). Já a PEC da Segurança Pública terá o senador Rogério Carvalho (PT-SE) na relatoria.
Fim da 6×1
A PEC do fim da escala 6×1 foi aprovada na Câmara dos Deputados em 27 de maio. O texto tem o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) como primeiro signatário. A proposta altera a Constituição para reduzir a carga horária máxima de trabalho para 40 horas semanais.
A PEC também garante dois dias de repouso semanal remunerado, sem diminuição de salário. A mudança será aplicada progressivamente e inclui exceções para trabalhadores com regimes diferenciados e para aqueles com salários mais elevados e diploma de nível superior.
Prazos
A PEC prevê que 60 dias após a promulgação da nova emenda constitucional, a jornada semanal no país passará para 42 horas, já com dois dias de repouso remunerado por semana – um deles, preferencialmente, no domingo. Depois de 12 meses, a nova carga máxima de trabalho por semana será definitivamente de 40 horas.
O texto aprovado preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas, inclusive para regimes diferenciados, como a escala 12×36 (12 horas trabalhadas por 36 horas de descanso) atividades essenciais, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana. Além disso, estabelece que lei futura poderá definir regras especiais, nesses casos, para a jornada de trabalho e os dias de folga.
Segurança
A PEC 18/2025, aprovada na Câmara dos Deputados no dia 4 de março, reorganiza o sistema de segurança pública no país. A proposta redefine as fontes de financiamento do setor, incluindo a destinação de parte da arrecadação das apostas esportivas aos fundos nacionais de segurança pública e do sistema penitenciário.
A proposta assegura como competência comum a todos os órgãos de segurança pública encaminhar, por meio de sistema eletrônico integrado, o registro das infrações penais de menor potencial ofensivo diretamente ao Judiciário. Regras de cooperação e compartilhamento de informações também estão entre os pontos tratados na PEC, que é de iniciativa do Executivo.
Quórum
Se aprovadas na CCJ, as PECs ainda precisam ser confirmadas no Plenário, onde precisam conquistar o apoio de três quintos dos senadores — o equivalente a 49 votos, no mínimo, em dois turnos. Depois de aprovada, a emenda é promulgada em sessão solene do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado



