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Cleitinho critica licitação de R$ 10 mi da FAB e pedido de prisão de Bolsonaro

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O senador Cleitinho (Republicanos-MG) criticou, em pronunciamento no Plenárionesta terça-feira (2), a licitação da Academia da Força Aérea Brasileira (FAB) que, segundo ele, prevê quase R$ 10 milhões para a compra de alimentos. Entre os itens listados estão sorvetes, doces, bombons, açaí e chicletes. Para o parlamentar, os gastos são incompatíveis com a realidade da população e representam uso indevido de recursos públicos.

— Isso aqui é um murro na cara do povo brasileiro. Tem gente passando fome, sem arroz e feijão, e estão gastando quase R$ 10 milhões com isso. Se fosse no governo do Bolsonaro, do Temer, da Dilma, também estaria errado. Quem paga essa conta é o povo brasileiro, e eu estou aqui para escancarar — afirmou.

Cleitinho também criticou o pedido feito pelo ministro Alexandre de Moraes para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre eventual prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele comparou o caso ao julgamento no STF que pode anular as condenações do ex-ministro Antonio Palocci, réu confesso em investigações da Operação Lava Jato.

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— Lava a boca para falar do Bolsonaro. Essa turma do passado desviou dinheiro público e agora quer voltar para a cena do crime. Que moral tem para pedir a prisão de alguém? Olhem para o histórico de vocês — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova Política de Adaptação Climática e Desenvolvimento Sustentável do Semiárido

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A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Política de Adaptação Climática e Desenvolvimento Sustentável do Semiárido.

O texto aprovado é a versão do relator, deputado Fernando Mineiro (PT-RN), para o Projeto de Lei 2525/23, da deputada Iza Arruda (MDB-PE). O relator ajustou o original, que criava a Política de Convivência com a Seca Nordestina.

“Verificou-se a conveniência de aperfeiçoar a proposta para alinhar terminologia e abrangência territorial; organizar objetivos, diretrizes e instrumentos; e remeter minúcias a uma regulamentação posterior”, disse Fernando Mineiro no parecer.

Principais pontos
Pelo substitutivo aprovado, a política deverá ter instrumentos como:

  • monitoramento hidrometeorológico;
  • sistema de alerta de seca;
  • zoneamento ecológico-econômico do Semiárido;
  • apoio à pesquisa;
  • assistência técnica a pequenos produtores; e
  • programas para segurança hídrica e energética e uso sustentável da Caatinga.

O texto também prevê que os estados do Semiárido, região que compreende o Nordeste e parte do Sudeste, elaborem plano de ação de combate à desertificação e mitigação dos efeitos da seca, com apoio técnico da União.

“O desafio da seca justifica resposta sistêmica e permanente”, afirmou Fernando Mineiro. “A proposta traz agenda coerente com a necessidade de previsibilidade climática, integração federativa e proteção de populações vulneráveis”, disse.

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Próximos passos
O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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