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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova criação de datas comemorativas e inclusão de marechal no Livro dos Heróis da Pátria

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou uma série de projetos que criam datas comemorativas e semanas de conscientização e incluem objetos e eventos na lista de patrimônio cultural. Além disso, foi aprovado um projeto para inscrever novo nome no Livro dos Heróis e das Heroínas da Pátria.

Os projetos de lei aprovados são:

  • PL 1/19, que declara a Bíblia como patrimônio nacional, cultural e imaterial do Brasil e da humanidade;
  • PL 1074/24, que declara o espetáculo Paixão de Cristo em Pacatuba (CE), na grande Fortaleza, patrimônio cultural imaterial;
  • PL 193/24, que declara o evento Totus Tuus, em Goiânia, Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil;
  • PL 2237/23, que institui a semana de incentivo à participação da mulher no processo eleitoral, a ser realizada anualmente na primeira semana do mês de março, antecedendo a comemoração do Dia Internacional da Mulher (8 de março);
  • PL 293/23, que institui a semana nacional de conscientização sobre a relação entre os maus-tratos aos animais e a violência doméstica (Teoria do Elo);
  • PL 3772/23, que inscreve no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria o nome de “João Batista Mascarenhas de Morais”, o Marechal Mascarenhas.
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Próximos passos
Todos os projetos tramitam em caráter conclusivo na Câmara e deverão seguir para análise no Senado.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova projeto que obriga o governo a oferecer livros digitais gratuitos

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A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga o poder público a disponibilizar, em ambiente digital, a versão digital de livros didáticos, pedagógicos e literários comprados para uso nas escolas públicas.

A medida altera a Política Nacional do Livro.

O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), ao Projeto de Lei 2052/22, do deputado Cezinha de Madureira (PL-SP), e ao projeto apensado.

Mudanças no texto original
A versão original obrigava as editoras a entregar, de forma gratuita, cópias digitais dos livros vendidos ao poder público.

A relatora, porém, optou por atribuir ao próprio poder público a obrigação de oferecer a versão digital das obras.

Segundo Sâmia Bomfim, a proposta busca ampliar o acesso à leitura sem comprometer a sustentabilidade econômica da cadeia do livro. “Não se pode ignorar que o custo de publicação de um título vai muito além dos custos de papel e impressão, incluindo direitos autorais, trabalho editorial e despesas administrativas”, afirmou.

Crescimento da leitura digital
Uma pesquisa chamada Panorama do Consumo de Livros, realizada pela Câmara Brasileira do Livro, mostrou que, em 2025:

  • 16% dos consumidores compraram apenas livros digitais; e
  • 28% consumiram tanto livros impressos quanto digitais.
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Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pelas comissões de Educação, de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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