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Comissão de Legislação Participativa debate paralisação de professores e técnicos da Uerj

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A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira (17), audiência pública para discutir a paralisação de professores e técnicos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

O debate será realizado às 16 horas, no plenário 3, a pedido da deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP).

Professores e técnicos da universidade estão em greve desde março. Eles pedem recomposição salarial e melhores condições de trabalho.

Dificuldades estruturais
Sâmia Bomfim afirma que a situação reflete dificuldades estruturais enfrentadas pelas universidades públicas estaduais, como a falta de verbas e a desvalorização dos profissionais da educação.

“Valorizar os profissionais da educação é condição indispensável para assegurar o pleno funcionamento das universidades públicas e a efetivação do direito à educação de qualidade”, afirma a deputada.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão de Educação aprova proposta que exige noções de Libras de gestores escolares

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que torna obrigatória a comprovação de noções básicas de Língua Brasileira de Sinais (Libras) para gestores da educação básica. A exigência valerá para cargos de administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional.

A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pela relatora, deputada Franciane Bayer (Republicanos-RS), para o Projeto de Lei 480/26, do deputado licenciado Murilo Galdino (PB).

Conforme a nova redação, a equipe de gestão da escola deverá contar com profissional que conheça Libras, selecionado entre os professores da unidade ou contratado especificamente para a função. O projeto inicial priorizava pessoas surdas nas contratações.

“Um gestor escolar ou um profissional de apoio deverá ter condições de se comunicar com grande número de pessoas – colegas e demais funcionários, alunos e pais – os quais, na imensa maioria, não sabem se comunicar em Libras”, justificou Franciane Bayer.

Ela ressaltou ainda que a medida amplia o acolhimento e os serviços educativos prestados aos alunos surdos, ao incluir a mudança na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

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“Até que tenhamos na Libras uma segunda língua dos brasileiros, é mais factível dispor do apoio de profissional conhecedor que já trabalhe na escola ou que venha a ser contratado para integrar a equipe pedagógica”, afirmou a relatora.

De acordo com o substitutivo, a comprovação do conhecimento básico em Libras deverá ser feita antes da contratação ou designação para o cargo, respeitando-se também os demais critérios técnicos e pedagógicos.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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