POLITÍCA NACIONAL
Comissão de Meio Ambiente discute instalação de usina termelétrica no entorno de Brasília
POLITÍCA NACIONAL
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados promove, na próxima terça- feira (13), seminário sobre a instalação de uma usina termelétrica em Brasília (DF).
O debate atende a pedido dos deputados Nilto Tatto (PT-SP), Clodoaldo Magalhães (PV-PE) e Reginaldo Veras (PV-DF) e será realizado a partir das 10 horas, no plenário 2.
A audiência será interativa, confira a lista de convidados e mande suas perguntas.
No início deste ano, foi iniciado o processo de licenciamento da Usina Termelétrica (UTE) Brasília, que será instalada em Samambaia Norte, no Distrito Federal.
Segundo os deputados, a nova usina será movida a gás natural e deve gerar 4,7 milhões de toneladas de CO₂ por ano, além de consumir 110 mil litros de água por hora do rio Melchior e ameaçar o funcionamento da Escola Classe Guariroba.
Por isso, a população é contra o projeto. “Há uma petição contrária ao empreendimento que já reúne mais de 500 mil assinaturas”, informa Tatto.
Clodoaldo Magalhães e Reginaldo Veras também criticam a ideia de instalar uma usina termetétrica o mundo todo busca reduzir emissões de gases de efeito estufa e fazer uma transição para fontes de energia limpas e renováveis.
Da Redação – ND
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Projeto assegura informações de saúde para familiares de pacientes inconscientes
O Projeto de Lei 780/26 estabelece regras para que hospitais públicos e privados forneçam informações básicas sobre o estado de saúde de pacientes impossibilitados de se comunicar.
Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta permite que familiares ou pessoas autorizadas recebam dados essenciais, como o estado geral, os riscos do quadro clínico e a confirmação de procedimentos de emergência.
Para proteger a intimidade do paciente e seguir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), é proibido entregar o prontuário médico completo ou resultados integrais de exames, salvo com autorização judicial. Toda informação prestada deve ser registrada no prontuário, com a identificação de quem recebeu os dados, a data e o horário.
Pelo texto, considera-se impossibilitado de manifestar vontade o paciente em situação de inconsciência, sedação, intubação ou estado clínico grave. As informações podem ser solicitadas por pessoas previamente autorizadas pelo paciente, cônjuges, pais, filhos e irmãos. O projeto dá prioridade para quem o paciente cadastrou antes de ficar doente, garantindo sua autonomia.
“A ausência de um protocolo claro e padronizado gera insegurança jurídica para profissionais de saúde e estabelecimentos, que se veem entre o sigilo médico e a necessidade humanitária de informar os familiares sobre o estado de saúde do paciente”, argumenta o autor do projeto, deputado Bibo Nunes (PL-RS).
Violência doméstica
Se houver indícios de violência doméstica, a equipe de saúde pode negar informações e a localização do paciente ao suspeito, com o objetivo de proteger a vítima.
O descumprimento dessas regras sujeitará o hospital a sanções administrativas.
Próximas etapas
A proposta tem caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Câmara dos Deputados


