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Comissão debate a formulação de políticas públicas para pessoas com hipertensão pulmonar crônica

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (23), a formulação de políticas públicas para pessoas com hipertensão pulmonar tromboembólica crônica. Trata-se de uma doença rara e de difícil diagnóstico, que afeta de 4 a 91 pessoas por milhão. Na doença, os vasos pulmonares são obstruídos por trombos organizados, geralmente após episódios de tromboembolismo pulmonar.

A audiência pública foi solicitada pelo deputado Diego Garcia (Republicanos-PR). Ela será realizada às 10 horas, no plenário 7, e será interativa.

Entre os principais sintomas estão falta de ar progressiva ao esforço; cansaço fácil; sensação de aperto ou dor no peito ao esforço; palpitações; tontura ou desmaio, especialmente ao subir ladeira ou escadas.

Segundo o parlamentar, o tratamento adequado é fundamental para a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, no Brasil, não existe uma linha de cuidado específica para a doença no Sistema Único de Saúde (SUS). Também faltam centros especializados e é baixa a difusão de conhecimento sobre a enfermidade entre os profissionais de saúde.

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“As limitações funcionais impostas pela hipertensão pulmonar comprometem a autonomia do paciente, sua capacidade laboral e sua saúde mental, afetando também as rotinas familiares e a produtividade da sociedade como um todo”, completa Garcia.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Efraim critica modelo do SUS e defende mudança na gestão da saúde pública

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Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (13), o senador Efraim Filho (PL-PB) afirmou que a demora no acesso a consultas, exames e cirurgias no Sistema Único de Saúde (SUS) está associada a distorções no modelo de financiamento e à fragmentação da rede de atendimento. Segundo ele, a estrutura atual não garante eficiência nem priorização adequada dos pacientes.

— O grande debate é como resolver essas filas. O problema não são números, são vidas. De nada adianta, pura e simplesmente, estimular o aumento do número de cirurgias e procedimentos sem compromisso com a qualidade ou a priorização para quem realmente precisa. É grande o risco do desperdício. Trata-se de uma questão estrutural. Precisamos de uma mudança no modelo — disse.

O senador mencionou artigo do médico e ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga como referência para o debate sobre gestão e eficiência no SUS. O parlamentar também destacou a proposta apresentada no texto, que prevê a criação de uma unidade de referência para reorganizar os repasses e permitir a transição para um modelo baseado em resultados e na qualidade do atendimento.

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— Pagamos por procedimento, não pagamos por resolver o problema do paciente. E o mundo avançou nesse sentido: Reino Unido, Suécia, Holanda e Canadá, sistemas universais, já adotam modelos baseados no valor, e não no preço. Pagam por resultado, medem qualidade, colocam o paciente no centro das decisões. E o Brasil precisa fazer essa transição — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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