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Comissão debate criação de novos centros paradesportivos no Brasil

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados realiza, nesta quarta-feira (1º), audiência pública sobre a criação de novos centros paradesportivos no Brasil.
O debate será às 14 horas, no plenário 4.

O debate atende a pedido da deputada Iza Arruda (MDB-PE). Segundo a parlamentar, o objetivo é discutir políticas públicas que ampliem o acesso das pessoas com deficiência ao esporte educacional, de participação e de rendimento, incluindo os paradesportos praticados em competições como as Paralimpíadas.

Iza Arruda acrescenta que a prática esportiva é capaz de melhorar a autoestima, promover a integração social, prevenir doenças crônicas e reduzir custos em saúde pública, além de contribuir para a quebra de preconceitos.

“Os esportes adaptados ou paradesportos são essenciais na promoção da inclusão social, saúde, autonomia e participação plena das pessoas com deficiência”, afirma.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Dra. Eudócia defende piso nacional para médicos e dentistas

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (28), a senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL) defendeu a valorização dos profissionais de saúde e manifestou apoio à proposta de emenda à Constituição (PEC 2/2026) e ao projeto de lei (PL 1.365/2022) que tratam da criação do piso salarial nacional para médicos e cirurgiões-dentistas. Segundo a parlamentar, as iniciativas buscam corrigir distorções históricas e garantir dignidade remuneratória à categoria.

De acordo com a senadora, a PEC estabelece o direito ao piso em nível constitucional, enquanto o projeto de lei define parâmetros objetivos de remuneração e prevê reajustes anuais, além de melhorias nas condições de trabalho. Ela destacou que a valorização profissional é condição essencial para o funcionamento adequado do sistema de saúde.

— Não há sistema de saúde forte sem profissionais valorizados; não há política pública eficaz quando aqueles que estão na linha de frente enfrentam jornadas exaustivas, remuneração desigual e, muitas vezes, ausência de reconhecimento institucional — afirmou.

A senadora também ressaltou a realidade enfrentada por profissionais em Alagoas e defendeu que a criação do piso contribui para reduzir desigualdades regionais e melhorar o atendimento à população.

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— A instituição de um piso salarial nacional não é privilégio, é reconhecimento. Ao valorizar esses profissionais, fortalecemos o Sistema Único de Saúde e garantimos um atendimento mais digno, humano e resolutivo à população — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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