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Comissão debate diagnóstico tardio do autismo na terça-feira

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A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o Projeto de Lei 3080/20 realiza, na próxima terça-feira (24), audiência pública sobre diagnóstico tardio e intervenções voltadas às pessoas com transtorno do espectro autista (TEA).

O debate será realizado às 14 horas, no plenário 9, e atende a pedidos dos deputados Marangoni (União-SP) e Orlando Silva (PCdoB-SP).

Segundo Marangoni, a comissão quer construir um marco legal abrangente que integre ações de diferentes áreas e melhore as políticas públicas voltadas à inclusão, ao diagnóstico precoce, ao tratamento, à educação, ao trabalho e à proteção dos direitos das pessoas no espectro autista e de suas famílias.

Marangoni também ressalta a importância de discutir a violência cometida contra pessoas autistas. “A violência contra pessoas autistas é fenômeno crescente e multifacetado, demandando análise jurídica, social e institucional”, resume.

Debate qualificado
Orlando Silva afirma que o debate exige a participação de especialistas, gestores públicos, entidades representativas e profissionais com experiência em políticas públicas.

Segundo o deputado, é essencial ouvir representantes da sociedade civil, do poder público, do sistema de justiça, de profissionais de saúde e educação e de pessoas autistas é essencial para assegurar propostas alinhadas às realidades regionais.

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“Uma audiência plural fortalece os trabalhos legislativos e contribui para um Plano Nacional de Políticas para Pessoas com TEA que seja efetivo, baseado em evidências e socialmente sensível”, afirma.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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