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Debatedores pedem mais políticas públicas para crianças e adolescentes com deficiência; assista

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O Censo de 2022 do IBGE apontou que 2,2% da população brasileira de 2 a 14 anos já receberam o diagnóstico de algum tipo de deficiência.

Essa descoberta representa uma mudança na vida das famílias, que passam a buscar atendimento especializado, principalmente nos sistemas de ensino e de saúde.

Participantes de audiência promovida na terça-feira (16) pela Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família pediram políticas públicas mais eficientes voltadas a crianças e adolescentes com deficiência.

A psicanalista Cristiane Lima disse que essa demanda por cuidados especiais afeta principalmente as mães, pois muitos pais abandonam os filhos com deficiência.

“As mães trazem uma sobrecarga emocional muito grande e passam a ter transtornos. É dever da sociedade e do poder público acolher essas mulheres”, afirmou.

O educador Fernando Augusto de Almeida, que trabalha com estimulação precoce para crianças com deficiência na rede pública de ensino do Distrito Federal, destacou que há uma procura crescente por atendimento especial.

Ele informou que o DF dobrou (de 12 para 24) o número de unidades de atendimento nos dois últimos anos, mas que ainda há fila de espera.

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“Precisamos de mais unidades, de mais profissionais qualificados. A rede pública não consegue abraçar todas essas demandas”, comentou.

A deputada Chris Tonietto (PL-RJ), que propôs a audiência, reforçou que as políticas públicas para as crianças com deficiência exigem mais recursos orçamentários e mais empatia com esse público.

“O Estado está falhando no acesso a medicamentos e terapias. Famílias atípicas não têm rede de apoio”, declarou.

Da TV Câmara
Edição – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão debate proposta sobre integração de dados no sistema público de saúde

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados realiza, na terça-feira (26), audiência pública para discutir proposta de integração de dados no sistema público de saúde (Projeto de Lei 5875/13).

O debate atende a pedido da relatora do projeto, deputada Adriana Ventura (Novo-SP), e está marcado para as 10 horas, no plenário 7.

O PL 5875/13 trata da criação do cartão do usuário do Sistema Único de Saúde (SUS). Ao longo da tramitação, foram apensadas a ele outras 32 propostas, que abrangem temas relacionados à saúde digital, como o Cartão Nacional de Saúde, o prontuário eletrônico, as carteiras digitais, o uso do CPF como chave de identificação em saúde, o acesso a prontuários, os direitos dos pacientes e a segurança das informações em saúde.

Adriana Ventura destaca que a discussão evoluiu de um modelo centrado no cartão físico para a consolidação, em lei, da infraestrutura nacional de dados em saúde. Segundo ela, a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), o Cadastro Nacional de Pessoas para a Saúde (CadSUS) e as plataformas digitais passaram a estruturar o ecossistema de informação em saúde, integrando serviços públicos e privados com regras de acesso, segurança e privacidade.

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A deputada acrescenta que o tema já foi discutido anteriormente pela comissão com representantes de diferentes setores, o que contribuiu para o amadurecimento de consensos sobre os direitos do cidadão, a equidade federativa, a governança participativa e a interoperabilidade em saúde.

“Esta audiência pública terá caráter de instrução final do colegiado e produzirá encaminhamentos objetivos, registrados e imediatamente incorporáveis ao aprimoramento do texto, de modo que a matéria não permaneça em debates sucessivos sem consequência prática”, afirma.

“Com a consolidação dos pontos de convergência e a identificação clara dos ajustes residuais, a comissão ficará em condições de deliberar e avançará para a votação da matéria”, diz a deputada.

Da Redação – MB

Fonte: Câmara dos Deputados

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