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Documentário Terras Brasileiras, da TV Câmara, recebe três prêmios na Mostra Acervos; assista

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O Arquivo Nacional, órgão vinculado ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, realizou na noite de terça-feira (17) a cerimônia de premiação da Mostra Acervos e de enceramento do Circuito 10º Festival Arquivo em Cartaz.

O filme Terras Brasileiras, da TV Câmara, que trata da demarcação de terras indígenas no Brasil, recebeu três prêmios do júri popular:  3º lugar como melhor filme, 3º lugar como melhor roteiro e 3º lugar como melhor pesquisa.

O Circuito 10º Arquivo em Cartaz é promovido pelo Arquivo Nacional com o patrocínio da Dataprev e co-realização da Flacso Brasil. Mobilizando exibições e debates em todas as regiões do país com o tema “Memórias da Terra em Filmes de Arquivo”, o Festival foi ao encontro da COP30 e do próprio MGI ao fomentar eventos e ações em prol da sustentabilidade e do enfrentamento do aquecimento global diante das mudanças climáticas.

O 10º Arquivo em Cartaz já computou o público de 2.440 pessoas espectadoras, demonstrando a expressividade do Festival. Em junho de 2025, em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, ocorreu o encerramento da primeira parte do Festival, marcada pelo Circuito, que levou exibições de filmes e debates a todas as regiões do país.

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Além das exibições regionais, o mês de junho trouxe exibições nos canais da Rede EBC e Rede Nacional de Comunicação Pública, encerrando na noite de terça-feira com  a cerimônia de premiação da Mostra Acervos, que concretizou a escolha do júri popular, por meio de votação em streaming, de obras inscritas por diferentes instituições arquivísticas e detentoras de acervos audiovisuais e sonoros.

Da TV Câmara, com informações da EBC
Edição – WS

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova campanha nacional sobre doença falciforme

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4177/21, que cria uma campanha permanente de conscientização sobre a doença falciforme.

O texto original, do deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), foi aprovado com emendas do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), que excluiu referências a “prevenção”. Garcia explicou que a condição é genética e passa de pais para filhos, não sendo possível evitá-la com vacinas ou hábitos de saúde. Ele ressaltou que o foco deve ser o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

A proposta segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

A doença falciforme altera o formato dos glóbulos vermelhos do sangue, que passam a parecer uma foice, dificultando a circulação do oxigênio. Isso causa crises de dores fortes, cansaço, além de pele e olhos amarelados (icterícia).

Segundo Garcia, manter a palavra “prevenção” poderia sugerir que o Estado buscaria evitar o nascimento de pessoas com essa herança genética, o que seria uma forma de discriminação proibida pela Constituição.

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“A cautela é necessária para preservar a conformidade do texto com princípios estruturantes da Constituição, como a dignidade da pessoa humana e a proteção à liberdade no planejamento familiar”, disse o relator.

Qualidade de vida
No Brasil, cerca de 60 mil pessoas vivem com a enfermidade, que atinge principalmente a população negra. A nova campanha pretende unificar as informações do SUS para reduzir a mortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

A campanha será coordenada pelo Ministério da Saúde e deverá ser acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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