POLITÍCA NACIONAL
Documentário Terras Brasileiras, da TV Câmara, recebe três prêmios na Mostra Acervos; assista
POLITÍCA NACIONAL
O Arquivo Nacional, órgão vinculado ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, realizou na noite de terça-feira (17) a cerimônia de premiação da Mostra Acervos e de enceramento do Circuito 10º Festival Arquivo em Cartaz.
O filme Terras Brasileiras, da TV Câmara, que trata da demarcação de terras indígenas no Brasil, recebeu três prêmios do júri popular: 3º lugar como melhor filme, 3º lugar como melhor roteiro e 3º lugar como melhor pesquisa.
O Circuito 10º Arquivo em Cartaz é promovido pelo Arquivo Nacional com o patrocínio da Dataprev e co-realização da Flacso Brasil. Mobilizando exibições e debates em todas as regiões do país com o tema “Memórias da Terra em Filmes de Arquivo”, o Festival foi ao encontro da COP30 e do próprio MGI ao fomentar eventos e ações em prol da sustentabilidade e do enfrentamento do aquecimento global diante das mudanças climáticas.
O 10º Arquivo em Cartaz já computou o público de 2.440 pessoas espectadoras, demonstrando a expressividade do Festival. Em junho de 2025, em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, ocorreu o encerramento da primeira parte do Festival, marcada pelo Circuito, que levou exibições de filmes e debates a todas as regiões do país.
Além das exibições regionais, o mês de junho trouxe exibições nos canais da Rede EBC e Rede Nacional de Comunicação Pública, encerrando na noite de terça-feira com a cerimônia de premiação da Mostra Acervos, que concretizou a escolha do júri popular, por meio de votação em streaming, de obras inscritas por diferentes instituições arquivísticas e detentoras de acervos audiovisuais e sonoros.
Da TV Câmara, com informações da EBC
Edição – WS
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Comissão de Educação aprova proposta que exige noções de Libras de gestores escolares
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que torna obrigatória a comprovação de noções básicas de Língua Brasileira de Sinais (Libras) para gestores da educação básica. A exigência valerá para cargos de administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional.
A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pela relatora, deputada Franciane Bayer (Republicanos-RS), para o Projeto de Lei 480/26, do deputado licenciado Murilo Galdino (PB).
Conforme a nova redação, a equipe de gestão da escola deverá contar com profissional que conheça Libras, selecionado entre os professores da unidade ou contratado especificamente para a função. O projeto inicial priorizava pessoas surdas nas contratações.
“Um gestor escolar ou um profissional de apoio deverá ter condições de se comunicar com grande número de pessoas – colegas e demais funcionários, alunos e pais – os quais, na imensa maioria, não sabem se comunicar em Libras”, justificou Franciane Bayer.
Ela ressaltou ainda que a medida amplia o acolhimento e os serviços educativos prestados aos alunos surdos, ao incluir a mudança na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
“Até que tenhamos na Libras uma segunda língua dos brasileiros, é mais factível dispor do apoio de profissional conhecedor que já trabalhe na escola ou que venha a ser contratado para integrar a equipe pedagógica”, afirmou a relatora.
De acordo com o substitutivo, a comprovação do conhecimento básico em Libras deverá ser feita antes da contratação ou designação para o cargo, respeitando-se também os demais critérios técnicos e pedagógicos.
Próximos passos
A proposta ainda será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub
Fonte: Câmara dos Deputados


