POLITÍCA NACIONAL
Frentes parlamentares pedem atualização urgente da tabela do Simples; ouça
POLITÍCA NACIONAL
Deputados das frentes parlamentares do Livre Mercado, das Micro e Pequenas Empresas, da Mulher Empreendedora, de Comércio e Serviços e do Empreendedorismo lançaram um manifesto pedindo a atualização da tabela de enquadramento do Simples Nacional.
Em entrevista à Rádio Câmara, o deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), coordenador da Frente das Micro e Pequenas Empresas, explicou que a tabela está sem atualização desde 2018 e acumula perdas de cerca de 40% devido à inflação.
Por causa disso, muitos pequenos empresários reduzem o ritmo de crescimento para continuar pagando tributos de forma simplificada.
“Ele reduz a sua vontade de faturar mais, de vender mais. De repente, se ele tem na loja funcionários, demite. Ou ele monta aquele famoso laranjal, monta mais uma empresa paralela em nome do filho, de um funcionário, do vizinho, da mulher.” A prática, afirmou Goetten, gera insegurança jurídica e reduz a arrecadação do governo.
Atualmente, é considerado microempreendedor individual quem fatura até R$ 81 mil por ano. Para microempresas, o limite é de R$ 360 mil anuais; para pequenas empresas, de R$ 4,8 milhões.
Da Rádio Câmara
Edição – Natalia Doederlein
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Comissão debate importância de dados oficiais sobre a população LGBTQIA+; participe
A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados debate, nesta quinta-feira (2), dados sobre a chamada Protocolação do Orgulho LGBTQIA+. O debate será interativo e ocorrerá às 16h no plenário 9.
A audiência atende pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Segundo a parlamentar, o objetivo é debater a importância da produção e sistematização de dados oficiais sobre a população LGBTQIA+, considerando marcadores como raça, classe, território, orientação sexual e identidade de gênero, de forma a garantir maior efetividade às ações de promoção e proteção de direitos humanos.
A deputada acrescenta que o debate também busca assegurar que a coleta e a utilização dessas informações ocorram em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), conciliando transparência, proteção de dados sensíveis e controle social.
“A ausência de dados oficiais e sistematizados sobre a população LGBTQIA+ contribui para a invisibilidade das violências e desigualdades enfrentadas por essa população, dificultando a elaboração de políticas públicas eficazes e baseadas em evidências”, afirma.
Da Redação – RS
Fonte: Câmara dos Deputados


