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Jorge Seif rebate críticas de Lula ao Congresso

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Em pronunciamento nesta quarta-feira (15), o senador Jorge Seif (PL-SC) reagiu a declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que classificou o atual Congresso como o de mais “baixo nível” da história. Para Seif, a fala do presidente, feita em um evento em homenagem aos professores no Rio de Janeiro, é na verdade um reconhecimento à atuação parlamentar, que, em sua avaliação, está trabalhando para conter desmandos do Executivo.

— Quando o senhor [Lula] fala que este é o pior Congresso, o senhor está me dando uma honra ao mérito por eu não concordar com o desgoverno de Vossa Excelência, de seus ministros, especialmente do “Ministro Taxade”, como é conhecido o ministro da Economia, o [Fernando] Haddad — afirmou o senador.

Jorge Seif também criticou a imprensa e os institutos de pesquisa que fazem especulações sobre possíveis candidatos da direita, argumentando que Jair Bolsonaro continua sendo a principal liderança do campo conservador no Brasil. Para Seif, o ex-presidente foi alvo de perseguição por parte do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

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Além disso, o senador defendeu a votação das propostas de anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Segundo ele, é preciso garantir que essas matérias sejam apreciadas pela Câmara e pelo Senado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Fim da 6×1: Senado pode concluir 1º turno da votação em mais duas sessões

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A votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição que põe fim à jornada de trabalho 6×1 pode ser concluída na quarta-feira (15). A PEC 221/2019 está em discussão no Plenário do Senado, após ser aprovada pela Câmara dos Deputados por ampla maioria. 

A PEC, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem corte de salários, foi debatida pelos senadores nesta semana por três sessões seguidas. Restam agora mais duas sessões de discussão para que a proposta seja votada em primeiro turno, o que pode acontecer já na quarta-feira, quando se dará a quinta e última sessão de discussão em primeiro turno. No dia anterior, terça-feira (13), deve ocorrer a quarta sessão de discussão.

Depois do primeiro turno, de acordo com o regimento do Senado, a proposta ainda terá que ser debatida em outras três sessões de discussão, para ser votada em segundo turno. Seguindo o rito tradicional, a votação da PEC do fim da 6×1 ainda poderia ser concluída em outubro.

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A proposta já recebeu 36 emendas, todas rejeitadas pelo relator, o senador Omar Aziz (PSD-AM). Senadores ainda podem apresentar outras emendas em Plenário, entretanto.

Calendário especial

Na quarta-feira (7), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que a votação poderia ocorrer antes disso, caso senadores apresentem requerimento de calendário especial para a PEC.

De acordo com Davi, não há requerimento com essa finalidade apresentado à Mesa. Ele garantiu que, caso seja apresentado, o requerimento será incluído na pauta para deliberação, como ocorre com proposições semelhantes.

— Se o requerimento aparecer, eu vou colocar para deliberação, e o Plenário é soberano, a vontade da maioria vai prevalecer — disse Davi à imprensa.

Para ser aprovada, uma proposta de emenda à Constituição precisa passar por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno, e por mais três sessões de discussão para votação em segundo turno, tudo no Plenário. 

A primeira sessão de discussão da proposta foi na terça-feira (6) e a segunda, na quarta-feira (7). A terceira sessão de discussão da PEC aconteceu na quinta-feira (8).

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Durante a semana, a líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), disse que está coletando assinaturas para um requerimento de calendário especial, para acelerar a tramitação da proposta. Com isso, haveria a possibilidade de a PEC do fim da 6×1 ter sua votação concluída na penúltima semana de outubro.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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