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Lucas Barreto critica ação do MPF contra exploração de petróleo na costa do Amapá

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O senador Lucas Barreto (PSD-AP) reprovou a atuação do Ministério Público Federal (MPF) que, para ele, tenta impedir o avanço do projeto de exploração de petróleo na costa do Amapá. Em  seu pronunciamento no Plenário, nesta terça-feira (1º), ele reagiu à notícia de que o MPF ingressou com ação civil pública pedindo a suspensão de testes pré-operacionais no bloco de petróleo da região.

— Mesmo com esse distanciamento da realidade, ajuízam uma ação civil pública travestida de zelo técnico, que na prática tenta impedir a exploração de petróleo na costa do Amapá, um projeto com real potencial de transformar a nossa economia, gerar emprego e dar dignidade a milhares de famílias — afirmou.

Lucas Barreto lamentou o que classificou como desconhecimento da realidade amazônica por parte de procuradores que atuam no estado. Para ele, decisões judiciais baseadas em “mapas coloridos e teses acadêmicas” desconsideram as necessidades sociais da população local. O parlamentar ressaltou que o licenciamento ambiental seguiu todos os trâmites legais e que o projeto representa esperança de desenvolvimento para o estado.

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O senador também destacou a instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Exploração de Petróleo na Costa Equatorial do Brasil, marcada para esta quarta-feira (2), na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). Ele reafirmou seu compromisso com o povo amapaense e criticou a atuação de órgãos e entidades que, segundo ele, contribuem para a estagnação econômica da região.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão do Esporte aprova uso de recursos federais para ampliar segurança em academias

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê o uso de recursos do Fundo Nacional do Esporte (Fundesporte) para incentivar ações de segurança em academias de ginástica e outros centros esportivos.

A proposta aprovada é o substitutivo apresentado pela relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), que modificou o texto original (Projeto de Lei 6147/25) para adequá-lo às competências da União.

A redação inicial, da deputada licenciada Dayany Bittencourt (CE), previa a criação do Programa Nacional Academia Segura. A ideia era estabelecer uma adesão voluntária das empresas, que receberiam o selo Academia Segura se adotassem boas práticas de segurança, além de benefícios fiscais.

A relatora optou por uma redação diferente para evitar conflitos com a autonomia do Poder Executivo e com as competências dos estados. Em vez de criar um programa detalhado por lei, o novo texto altera a Lei Geral do Esporte para incluir a segurança nos estabelecimentos esportivos como um dos objetivos que podem receber financiamento do Fundesporte.

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De acordo com Laura Carneiro, a medida é importante em razão da frequência de acidentes durante a prática de exercícios. “Iniciativas que tornem esses ambientes mais seguros para seus usuários são bem-vindas e contam com nosso apoio”, afirmou a relatora.

A parlamentar apresentou que a proposta garante viabilidade financeira respeitando a gestão do governo federal. “Pretendemos assegurar recursos financeiros para o fomento dessas ações, preservando-se a autonomia do Poder Executivo na sua implementação”, disse Laura Carneiro.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e, em seguida, sancionado pela presidência da República.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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