POLITÍCA NACIONAL
Motta designa novos secretários e dirigentes de outros órgãos da Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), designou 14 deputados para ocupar as secretarias e outros órgãos da Casa pelos próximos dois anos. Entre esses órgãos estão três secretarias criadas por projeto de resolução aprovado pelo Plenário na quarta-feira (9): do Empreendedorismo Legislativo; da Inovação Legislativa; e de Defesa das Prerrogativas Parlamentares.
Os deputados nomeados são:
- Marx Beltrão (PP-AL) – secretário de Comunicação Social
- Guilherme Uchoa (PSB-PE) – secretário de Participação, Interação e Mídias Digitais
- Cleber Verde (MDB-MA) – presidente do Conselho Consultivo de Comunicação
- Félix Mendonça Júnior (PDT-BA) – secretário de Relações Internacionais
- Cezinha de Madureira (PSD-SP) – secretário de Transparência
- Flávio Nogueira (PT-PI) – secretário de Inovação Legislativa
- Domingos Sávio (PL-MG) – secretário de Empreendedorismo Legislativo
- Luis Tibé (Avante-MG) – secretário de Defesa das Prerrogativas Parlamentares
- José Airton Félix Cirilo (PT-CE) – secretário da Juventude
- Marcos Pereira (Republicanos-SP) – procurador Parlamentar
- Márcio Jerry (PCdoB-MA) – presidente do Centro de Estudos e Debates Estratégicos (Cedes)
- André Ferreira (PL-PE) – presidente da Comissão Especial de Documentos Sigilosos (Cedos)
- Diego Coronel (PSD-BA) – corregedor parlamentar
- Gilson Daniel (Pode-ES) – ouvidor-geral da Câmara
Da Redação/WS
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Hermes Klann defende renegociação de dívidas rurais
Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (25), o senador Hermes Klann (PL-SC) defendeu a aprovação do projeto de lei (PL 5.122/2023), que cria mecanismos para renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos. Segundo o parlamentar, o aumento dos custos de produção, a restrição de crédito e as perdas sucessivas de safra colocaram produtores e cooperativas em situação de forte pressão financeira.
O senador afirmou que o projeto prevê o uso do Fundo Social para viabilizar uma linha especial de financiamento destinada à quitação de débitos da atividade rural. Ele destacou que a proposta estabelece condições emergenciais de crédito e critérios para comprovação de perdas climáticas, além de permitir a inclusão de operações contratadas até dezembro de 2025.
— Trata-se de um instrumento de recuperação econômica essencial para evitar o abandono da atividade produtiva, preservar empregos e reduzir os impactos da crise no setor rural. Destaco a ampliação para contemplar operações contratadas até 31 de dezembro de 2025, o que é essencial diante da continuidade da crise no campo, com perdas sucessivas, aumentos de custos e restrição de crédito que seguem afetando os produtores — disse.
O parlamentar afirmou que a crise financeira no campo ultrapassa o impacto individual sobre produtores e afeta diretamente economias locais, cooperativas, empregos e arrecadação municipal. Hermes Klann também defendeu que o crédito rural seja tratado como política pública estratégica para segurança alimentar e desenvolvimento regional.
— O produtor investe antes de receber, assume riscos antes de colher, emprega antes de vender, movimenta a economia antes de ter qualquer garantia de retorno. É por isso que o crédito rural não pode ser tratado como simples operação bancária. Ele é parte da política pública de abastecimento, de desenvolvimento regional e de segurança alimentar.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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