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POLITÍCA NACIONAL

Projeto cria cadastro positivo para motoristas profissionais

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POLITÍCA NACIONAL

O Projeto de Lei 6860/25 cria o Cadastro Positivo de Motoristas Profissionais, de âmbito nacional, com a finalidade de registrar indicadores objetivos relacionados à condução segura, ao histórico de boas práticas no trânsito e ao desempenho operacional de motoristas que exercem atividade profissional de transporte.

A proposta foi apresentada à Câmara dos Deputados pelo deputado Duda Ramos (MDB-RR).

Se autorizado pelo condutor, os dados poderão ser compartilhados com empregadores, cooperativas, plataformas de transporte, seguradoras e instituições financeiras, possibilitando a concessão de benefícios e condições diferenciadas.

De acordo com o autor, o projeto busca valorizar motoristas profissionais “que transportam milhões de passageiros, cargas de grande valor e insumos essenciais”.

“A legislação brasileira contempla diversos mecanismos de punição, mas carece de instrumentos que promovam reconhecimento e recompensas a motoristas que apresentam desempenho exemplar”, afirma Duda Ramos. “O projeto também permite ao Estado utilizar dados agregados para aperfeiçoar políticas de trânsito, capacitação profissional e prevenção de acidentes, sem violar a privacidade individual”, completa.

Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro já inclui o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), voltado ao cadastro de condutores que não tenham cometido infrações de trânsito por determinado período.

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Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se for aprovado na Câmara, seguirá para o Senado.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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Cleitinho relata luto pela morte do irmão

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (11), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) ressaltou o luto pela morte de seu irmão mais novo, Matheus Azevedo, que tinha 30 anos. O senador lembrou que chegou a doar medula óssea a Matheus, que enfrentava uma leucemia.

Cleitinho disse que o falecimento do irmão provocou um forte abalo emocional nele e em sua família — e que isso afetou sua atuação política. Ele agradeceu as manifestações de apoio e solidariedade que recebeu.

— A situação que aconteceu comigo, na semana passada, foi uma questão emocional. Só quem passa por isso entende: quem já perdeu pai, irmão. Infelizmente, essa maldita doença [do irmão] voltou, e agora não estou mais com o meu irmão aqui — lamentou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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