POLITÍCA NACIONAL
Vai ao Plenário inclusão de professor da educação infantil na carreira do magistério
POLITÍCA NACIONAL
Segue para o Plenário com pedido de urgência um projeto de lei que inclui professores da educação infantil como profissionais do magistério. Com a inclusão, professores que atuam em creches, por exemplo, passam a ter direito ao piso salarial nacional e ao enquadramento em planos de carreira.
A proposta (PL 2.387/2023) foi aprovada pela Comissão de Educação (CE) nesta terça-feira (9) com parecer favorável da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO).
De autoria da deputada Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP), o projeto altera a Lei 11.738, de 2008, que trata do piso salarial para os profissionais do magistério público da educação básica. Além disso, altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB – Lei 9.394, de 1996), definindo como professores da educação infantil (voltada a crianças de zero a 5 anos) aqueles que exerçam docência e tenham sido aprovados em concurso público, independente da designação do cargo que ocupam. Os profissionais devem ter formação mínima em nível médio (magistério) ou curso de nível superior.
A proposta passou anteriormente pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde recebeu uma emenda de redação que determina que a lei deve ser regulamentada por ato do Poder Executivo do ente federativo responsável por sua implementação.
Para Dorinha Seabra, a valorização dos profissionais da educação infantil é um investimento estratégico para o desenvolvimento do país. Segundo a relatora, muitos municípios tentavam pagar salários menores a profissionais que desempenhavam a mesma tarefa.
— É uma injustiça que é corrigida e um entendimento de que a educação básica começa dentro da educação infantil, de zero a 3 anos — defendeu.
Dorinha considera que o projeto está de acordo com os recentes avanços da legislação educacional brasileira. Entre eles, a senadora destaca o Sistema Nacional de Educação (SNE), instituído pela Lei Complementar 220, de 2025. Para a relatora, a proposição também se alinha com os objetivos constitucionais de valorização dos profissionais da educação e com as diretrizes estabelecidas na LDB.
Audiências públicas
A comissão também aprovou requerimento (REQ 50/2025 – CE) da senadora Teresa Leitão (PT-PE) para a promoção de audiência para instruir o PL 2.480/2021, que institui o Mês de Conscientização sobre o Transtorno Borderline.
Outro requerimento aprovado (REQ 52/2025 – CE), da senadora Doutora Eudócia (PL-AL), prevê audiência pública com o objetivo de instruir o PL 4.606/2019, que trata sobre alterações na Bíblia Sagrada. As datas dos dois debates ainda serão agendadas pela comissão.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLITÍCA NACIONAL
Comissão aprova incentivos para provedores regionais de internet
A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria medidas de estímulo para provedores regionais de internet, com foco na ampliação da conectividade em áreas remotas, rurais e de baixa atratividade econômica. O texto também institui o Programa Nacional de Incentivo aos Provedores Regionais.
O texto aprovado prevê prioridade de provedores regionais no acesso a crédito em bancos públicos e recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust); editais de apoio à implantação de redes em áreas remotas, rurais e de comunidades tradicionais; além de parcerias com o poder público para instalação de pontos gratuitos de internet em escolas, instituições públicas de saúde, bibliotecas e praças.
O colegiado aprovou o substitutivo do relator, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), ao Projeto de Lei 3211/25, do deputado Duda Ramos (MDB-RR). Em seu parecer, Ribeiro destacou que os provedores regionais já são responsáveis por mais de 63% das conexões de internet fixa nos lares brasileiros, mas a falta de apoio freia a expansão das redes.
“As políticas públicas em vigor ainda não conferem o devido reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos provedores regionais para a redução da exclusão digital e das desigualdades regionais no acesso à internet”, reforçou o relator.
Ajuste no texto
Julio Cesar Ribeiro optou por adotar parcialmente as alterações (emendas) feitas pela Comissão de Integração Nacional ao texto original. O novo texto define provedor regional como a prestadora cujo grupo econômico tenha participação nacional inferior a 5% em cada mercado de varejo em que atua, de acordo com os critérios adotados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
O texto aprovado também inclui a criação de grupo de monitoramento e de avaliação do programa. O comitê terá representantes do governo, da agência reguladora, de bancos e de provedores.
Por fim, o texto substituiu “universalização de serviços” pelo termo “massificação de acesso”. A justificativa foi que a universalização se aplica a serviços prestados em regime público, enquanto a internet funciona em um modelo de exploração por empresas de mercado.
Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Rachel Librelon
Fonte: Câmara dos Deputados
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