POLITÍCA NACIONAL
Zequinha presta homenagem a pastor da Assembleia de Deus falecido no Pará
POLITÍCA NACIONAL
O senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (25), prestou homenagem ao pastor Deusdedith Septímio Ramos, que morreu no último sábado (21), aos 85 anos. O senador lembrou que o religioso era considerado uma das principais lideranças da Assembleia de Deus no Brasil e atuou por mais de 48 anos à frente da igreja em Xinguara, no sul do Pará. Segundo ele, o pastor exerceu um papel fundamental na formação espiritual e comunitária da região.
— Em reconhecimento à sua trajetória de fé, dedicação e serviço, solicito que este voto de pesar seja encaminhado à família, à Convenção-Geral, à Convenção Confradespa, no estado do Pará, como também à população de Xinguara.
O senador destacou que o pastor foi um dos fundadores do Serviço de Evangelização dos Rios Tocantins e Araguaia e ocupava a presidência de honra da Convenção Fraternal Interestadual dos Ministros das Assembleias de Deus (Confradespa), além da presidência de honra da própria igreja em Xinguara. O parlamentar também enfatizou que, neste ano, ele foi reconhecido como decano nacional da denominação pela Convenção-Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB).
— O pastor Deusdedith foi um verdadeiro exemplo de liderança e dedicação à fé e à comunidade. Além do seu compromisso espiritual e pastoral, ele também foi um homem de família, tendo formado um lar sólido e amoroso ao lado de sua esposa, missionária Dejanira Sampaio Ramos, com quem compartilhou 63 anos de um casamento feliz, sólido e frutífero, que serviu como exemplo.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição
Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.
O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.
— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.
Entidades maçônicas
Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.
O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.
— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.
Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.
Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.
O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado



