SAÚDE
Força Nacional do SUS realiza capacitação inédita em Pernambuco para resposta a emergências com múltiplas vítimas
SAÚDE
A Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) deu início, em Pernambuco, ao ciclo nacional de capacitações em Gestão de Incidentes com Múltiplas Vítimas (IMV) de 2025. Entre os dias 27 e 29 de agosto, o estado recebeu um treinamento que reuniu profissionais de saúde, gestores, equipes do SAMU, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, hospitais de referência, forças de segurança e instituições parceiras. Foram três dias de atividades intensivas que uniram teoria, oficinas práticas, mesas-redondas e simulações realísticas, com o objetivo de preparar o Brasil para responder de forma integrada a cenários críticos de grande impacto.
A escolha do estado pernambucano para sediar a primeira etapa levou em consideração fatores técnicos e epidemiológicos, como índices de acidentes rodoviários, violência urbana, histórico de enchentes e deslizamentos, além da realização de grandes eventos de massa, como o carnaval, que demandam máxima coordenação das redes de saúde e de emergência. Durante o curso, os participantes foram capacitados em fundamentos do IMV, comando e controle, regulação, triagem, gestão de óbitos, preparação hospitalar e situações especiais como rompimento de barragens, deslizamentos, inundações e colapsos de estruturas.
“ Este treinamento representa um marco para a Força Nacional do SUS e para o país. Reunir diferentes setores – saúde, segurança, defesa civil e instituições locais – em um mesmo exercício é fundamental para salvar vidas em situações críticas. Pernambuco foi escolhido por sua relevância estratégica e, com esta etapa, damos início a um ciclo de capacitações que será oferecido para todo o Brasil, preparando estados e municípios para responder de forma cada vez mais integrada e eficiente às emergências em saúde pública. ” Afirmou o Coordenador –Geral da Força Nacional do SUS, Rodrigo Stabeli.
O ponto alto da programação ocorreu no terceiro dia, com um simulacro prático de rompimento de prédio realizado no Ginásio de Esportes Geraldo Magalhães (Geraldão). A simulação mobilizou equipes locais e nacionais em um cenário de colapso estrutural com múltiplas vítimas, permitindo avaliar, na prática, a integração entre os serviços, os fluxos de comunicação, a articulação de transporte e a prontidão de atendimento, além de identificar oportunidades de melhoria nos protocolos de resposta.
O evento contou com apoio da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, da Secretaria Municipal de Saúde do Recife, do SAMU Metropolitano Recife e SAMU 192, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Secretaria de Operações Sociais e diversas instituições locais, reforçando a importância da atuação conjunta para salvar vidas em situações críticas. A FN-SUS também destacou o papel essencial de mais de 70 mil voluntários e voluntárias em todo o país, que integram essa verdadeira rede de solidariedade e cuidado, sempre pronta a atuar em momentos de crise.
A capacitação em Pernambuco marca apenas o início do ciclo programado para 2025, que seguirá ainda neste ano com etapas no Pará e Ceará. Essas formações fazem parte da reestruturação da Força Nacional do SUS, conduzida pelo Ministério da Saúde, com apoio integral do ministro Alexandre Padilha e do secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales, garantindo o fortalecimento da FN-SUS como instrumento estratégico para proteger a vida e a saúde da população brasileira.
Patrícia Coelho
Comunicação Institucional
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Governo do Brasil anuncia o maior investimento da história para impulsionar inovações em endometriose, dor pélvica e saúde menstrual no SUS
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, juntamente com a primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, e a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participou, nesta terça-feira (9), do anúncio de R$ 60 milhões, o maior investimento já realizado no Brasil voltado à geração de conhecimento científico, tecnologias e soluções inovadoras relacionadas à endometriose, à dor pélvica e à saúde menstrual.
Os recursos estão previstos em uma chamada pública do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para o desenvolvimento de soluções inovadoras e a criação de uma rede nacional de pesquisa, com apoio financeiro do Instituto Alana. O objetivo é que os projetos sejam aplicados no Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para o aperfeiçoamento dos diagnósticos e tratamentos e para o fortalecimento da atenção à saúde das mulheres.
“Esse é um tema muito importante, que afeta pelo menos 8 milhões de mulheres no nosso país, especialmente adolescentes. É fundamental que ele tenha sido contemplado em um edital específico com esse volume de recursos. Temos o compromisso de construir uma política pública robusta no SUS para enfrentar essa questão da forma como ela precisa ser enfrentada”, afirmou o ministro Alexandre Padilha.
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou que “quando uma menina falta à escola por causa da dor ou uma mulher leva anos para receber um diagnóstico, estamos diante de um problema de saúde pública que exige uma resposta do Estado. Esse investimento demonstra o compromisso do Governo do Brasil com a ciência como instrumento de cuidado, inclusão e promoção da qualidade de vida das mulheres brasileiras”.
A primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, participou do anúncio no MCTI e chamou a atenção para o fato de que, por muito tempo, questões relacionadas à saúde da mulher foram tratadas com invisibilidade ou minimizadas. “Muitas mulheres convivem com dores intensas sem receber diagnóstico ou acolhimento adequados, e a endometriose é um exemplo dessa realidade. Por isso, essa iniciativa do MCTI é tão importante, ela direciona atenção e investimentos para pesquisas sobre uma condição que afeta milhões de brasileiras”, afirmou Janja.
A chamada pública será aberta pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e terá cinco eixos temáticos: causa e prevenção; diagnóstico; tratamento; biorrepositório (reservatório de materiais biológicos, utilizado em pesquisas específicas); e impacto social. As pesquisas deverão contribuir para reduzir lacunas de conhecimento sobre a endometriose, doença crônica ainda subdiagnosticada, que afeta cerca de uma em cada dez meninas e mulheres e pode levar anos para ser identificada.
Outros R$ 10 milhões serão aplicados pelo Instituto Alana e destinados à criação de uma rede nacional estruturante de pesquisa nesses temas, formada a partir dos projetos selecionados, que contarão com uma infraestrutura compartilhada de comunicação científica, implementação de ciência cidadã, apoio ao pesquisador, educação e formação.
Tratamento no SUS
O ministro Alexandre Padilha destacou que o primeiro protocolo clínico do SUS para o tratamento da endometriose foi instituído no ano passado, no âmbito do programa Agora Tem Especialistas, alinhando diretrizes assistenciais e financiamento.
“Foi criada a primeira tabela específica para estimular esse cuidado integrado, remunerando um conjunto de ações que envolve consulta, diagnóstico e tratamento. Isso é muito importante porque, quando o Ministério da Saúde induz uma política para o SUS, o SUS responde. Alguns estados mais do que dobraram o número de mulheres atendidas, diagnosticadas e que iniciaram tratamento para endometriose. Mas isso ainda é pouco diante da dimensão do problema”, afirmou o ministro.
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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