TECNOLOGIA
Bate-papo lúdico sobre Oceanos e Comunicação Criativa agita o Espaço Pop Ciência
TECNOLOGIA
O espaço POP Ciência, organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), localizado na 77ª Reunião da SBPC, que acontece no Recife, recebeu na manhã desta sexta-feira, 18, um bate-papo diferente. O tema “Oceanos e Comunicação Criativa” foi apresentado de uma forma lúdica para as crianças e visitantes presentes no local. Criador da página Tubaratinado nas redes sociais, o professor David Bahr, fantasiado com o personagem Chico Tubarão, trouxe para o evento uma reflexão sobre a conscientização dos oceanos, do meio ambiente e de como a comunicação pode ser feita de forma inovadora para levar uma mensagem assertiva ao público-alvo. Já a professora da UFRPE, Flávia Lucena Frédou, falou sobre o projeto Terra Mar.
De acordo com Flávia Frédou, o Terra Mar é um mergulho que aborda o percurso do litoral aos oceanos unindo ciência, arte, cultura e ética. “Essa é uma união do Brasil com a França em busca de conscientizar as pessoas sobre a vida marinha, sobre a preservação do meio ambiente, dos rios e mares”, disse.
Após desfilar pelo espaço da ExpoT&EC chamando a atenção dos presentes, Chico Tubaratinado posou para fotos e vídeos com os visitantes da feira. O personagem chamou a atenção pela fama mundial da capital pernambucana, conhecida por ser a cidade dos tubarões.
O professor David explicou que as pessoas não conhecem as regras para um banho seguro no Recife e colocam o animal como vilão, e no caso, o tubarão acaba sendo a principal vítima.
“Não há cuidado com o meio ambiente. Essa é uma pauta impopular, batendo sempre na tecla do desenvolvimento. Ou você desenvolve e destrói ou você não desenvolve. Os mais atingidos são as pessoas que moram nas periferias da nossa cidade, que tomam banho nessas áreas de risco. Tudo que acontece é consequência da falta de cuidado das pessoas com os rios e mares. O lixo descartado incorretamente atrai os tubarões. Eles são os urubus do mar, tudo que é despejado chama a atenção deles. Eles são as principais vítimas”, explicou o professor.
Bahr pontuou que o poder público também precisa estar atento e fazer uma comunicação necessária e criativa para chegar mais perto das pessoas.
“Comunicação é o segredo e chave para tudo. Fala-se muito em medidas drásticas, a exemplo do uso de redes, mas isso também prejudica muito o meio ambiente. Fazemos essa comunicação mais humorística, com paródias na página Tubaratinado, entrando no mundo dos jovens que consomem as redes sociais”, enfatizou.
TECNOLOGIA
CTI Renato Archer amplia rede de laboratórios abertos com nova estrutura de pesquisa
Referência nacional em áreas como inteligência artificial, microeletrônica, nanotecnologia e inovação industrial, o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI Renato Archer), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), inaugurou, nesta segunda-feira (18), o seu Laboratório Aberto de Caracterização de Materiais (LAmat). A apresentação do novo espaço que fortalece a infraestrutura científica e tecnológica do país contou com a presença da ministra do MCTI, Luciana Santos.
O LAmat passa a integrar o conjunto de laboratórios abertos do CTI Renato Archer e foi criado para apoiar pesquisas em materiais avançados, nanotecnologia, micro e nanoeletrônica, fotônica e energia. A iniciativa recebeu cerca de R$ 5,2 milhões em investimentos da Finep e do MCTI para aquisição de equipamentos e adequação da infraestrutura.
O laboratório permitirá análises químicas, ópticas, térmicas e eletrônicas de materiais e apoiará pesquisas em áreas estratégicas, como saúde avançada, tecnologias quânticas, convergência tecnológica e energia. Entre as aplicações previstas, estão estudos sobre células solares de alto rendimento, biossensores para doenças tropicais negligenciadas, dispositivos implantáveis e sensores para a agroindústria.
Durante a visita, a ministra destacou o papel do centro na conexão entre ciência, indústria e desenvolvimento nacional. “O Renato Archer nunca foi apenas um centro de pesquisa. Ele é uma ponte entre ciência e indústria, entre universidade e setor produtivo, entre conhecimento e desenvolvimento nacional”, afirmou.
Luciana Santos também ressaltou os investimentos realizados pelo governo federal na unidade. Desde 2023, já foram assinados R$ 36,8 milhões em contratos com o CTI Renato Archer, além de uma nova encomenda tecnológica de R$ 10,1 milhões ainda em análise, por meio da Finep e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
Laboratório aberto
A diretora institucional do CTI Renato Archer, Juliana Kelmy Macário Barboza Daguano, destacou que o novo laboratório fortalece o modelo colaborativo adotado pela instituição.
“Os laboratórios abertos contribuem para o avanço científico e tecnológico por meio do acesso a recursos especializados, promovendo a colaboração entre academia, empresas e instituições públicas”, afirmou.
Além do LAmat, o CTI Renato Archer mantém outros laboratórios abertos voltados à micro e nanofabricação, impressão 3D, integração de sistemas e imageamento em micro-nanoeletrônica, ampliando o acesso compartilhado à infraestrutura científica de alta complexidade.
Com mais de quatro décadas de atuação, o CTI Renato Archer tem papel importante no desenvolvimento de tecnologias estratégicas para o Brasil. A instituição participou de iniciativas como a construção da ICP-Brasil, sistema que sustenta a certificação digital no país, e contribuiu para o desenvolvimento do Sistema Brasileiro de TV Digital. Além disso, atua em pesquisas voltadas à segurança cibernética, impressão 3D aplicada à saúde, biofabricação, robótica e inteligência artificial.
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