TECNOLOGIA
CTI Renato Archer desenvolve soluções de IA para estudantes com deficiência
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Pesquisadores do Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer integram o projeto Centro de Tecnologia Assistiva e Inclusão (CTAIE), que vai utilizar inteligência artificial para ajudar estudantes com deficiência em São Paulo. A iniciativa foi selecionada pela Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp) no edital de Centros de Ciência para o Desenvolvimento (CCD).
Os CCDs apoiam redes de pesquisa entre universidades e instituições científicas paulistas dedicadas a áreas de interesse público. O projeto submetido pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o CTI Renato Archer e a secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo foi aprovado ainda em 2025, e as atividades se iniciaram neste ano.
No Centro de Tecnologia Assistiva e Inclusão, o CTI Renato Archer, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), é responsável pela linha de pesquisa que utiliza a inteligência artificial como suporte tecnológico para o mapeamento das necessidades de estudantes e escolas do estado. As informações vêm de um questionário preenchido pelas instituições. Além disso, o centro também desenvolverá um chatbot para auxílio dos professores. Cinco pesquisadores do CTI compõem o projeto.
Filipe Loyola, tecnologista do CTI, explica que a pesquisa sobre o uso da tecnologia para ajudar pessoas com deficiência nasceu no seu mestrado em Engenharia Biomédica na Universidade Federal do ABC. Ele foi orientado pela professora Maria Elizete Kunkel, que o convidou a fazer parte do projeto do CTAIE.
“Participar do CCD é estar em um projeto importante, com duração de cinco anos, aplicado à área de inclusão social e que possui resultados diretos para a sociedade. Tanto os alunos quanto os professores possuem lacunas e dificuldades a serem superadas para oferecer uma educação inclusiva. Mas, para isso, primeiro precisamos mapear as dificuldades, o que é proposto nesse projeto de pesquisa”, afirma o pesquisador.
Atualmente, os pesquisadores se dedicam à criação dos formulários a serem aplicados para a coleta dos dados. O próximo passo será a contratação de pesquisadores bolsistas para o projeto de pesquisa.
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Nota de Pesar
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) manifesta profundo pesar pelo falecimento do economista e ex-deputado estadual pernambucano Waldemar Borges, aos 67 anos, ocorrido neste sábado (4). Expressamos irrestrita solidariedade à ministra Luciana Santos, esposa de Borges, e aos três filhos do casal diante da perda familiar.
Nascido no Recife em 1958, o parlamentar construiu uma trajetória no setor público local ao longo de quase 40 anos. Formado em economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ele exerceu funções no legislativo e no executivo. Atuou como vereador na capital por quatro mandatos e como deputado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a partir de 2011.
Sua experiência profissional incluiu passagens por secretarias de estado e a presidência da Empresa de Processamento de Dados do Recife (Emprel). Servidores e colaboradores do ministério e suas unidades vinculadas unem-se no luto e no respeito à memória do ex-parlamentar. O comunicado oficial divulgado pelos familiares ressalta que sua retidão permanece como “um farol para as próximas gerações”.



