TECNOLOGIA
Governo do Brasil anuncia ações para fortalecer proteção ambiental e enfrentar mudanças climáticas
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A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participou, nesta quarta-feira (10), da cerimônia em que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou um conjunto de ações para fortalecer a proteção ambiental, enfrentar a mudança do clima e impulsionar o desenvolvimento sustentável no País. O evento, que ocorreu no Palácio do Planalto e celebrou o Dia Mundial do Meio Ambiente, reuniu ministros, autoridades e representantes da sociedade civil.
Durante a cerimônia, o Governo do Brasil apresentou medidas voltadas à conservação dos biomas brasileiros, à ampliação do reconhecimento dos serviços ambientais prestados por comunidades tradicionais e à preparação do País para os desafios da transição ecológica e da adaptação climática.
Um dos principais atos foi a sanção da Lei da Política Nacional para Recuperação da Caatinga que, acompanhada do lançamento do Programa Recaatingar, passa a contar com aporte inicial de R$ 60 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Banco do Nordeste (BNB). Além disso, foi anunciada a regulamentação da Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), investimentos voltados para a agenda ambiental brasileira, além de outras ações.
Segundo Luciana Santos, a participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) reforça a importância da produção científica e da inovação tecnológica para subsidiar políticas públicas de proteção ambiental, monitoramento dos biomas, enfrentamento dos eventos climáticos extremos e desenvolvimento de soluções sustentáveis para o País. “A ciência, a tecnologia e a inovação têm papel decisivo na construção de um modelo de desenvolvimento capaz de combinar crescimento econômico, inclusão social e preservação ambiental. O conhecimento científico é fundamental para orientar políticas públicas e gerar soluções para os desafios climáticos do presente e do futuro”, destacou.
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MCTI estuda criar centro de pesquisas sobre terras raras
Pesquisadores da Universidade Federal de Alfenas (Unifal) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais apresentaram, nessa terça-feira (9), proposta de criação de um Centro de Inteligência e Tecnologia Avançadas em Terras Raras para a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos.
Para a chefe da pasta, o assunto é de extrema importância, especialmente por sua relevância internacional. “Nós não podemos ser mais apenas produtores de commodities. Nós precisamos ter uma indústria robusta, nós precisamos ter ciência e tecnologia, nós precisamos ter patentes e, acima de tudo, nós precisamos garantir que as nossas riquezas fiquem com o povo brasileiro”, disse.
Em maio, o MCTI lançou o Grupo de Trabalho de Inovação para o Setor Mineral (GT Soberania Tecnológica Nacional) com o objetivo de ampliar a capacidade brasileira de transformar os recursos nacionais em conhecimento, inovação e produtos de valor agregado.
“A demanda global por minerais críticos e estratégicos cresce com a transição energética, com a digitalização da economia e com novas tecnologias que dependem cada vez mais desses insumos. Por isso, quando falamos de minerais estratégicos, estamos falando também de soberania, de desenvolvimento e do lugar que o Brasil quer ocupar no futuro”, declarou a ministra durante o lançamento do grupo.
O GT ainda será responsável por elaborar a proposta do Programa Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico, Extensionismo Tecnológico e Inovação para o Setor Mineral (Programa Inova+Mineral). A iniciativa objetiva a estruturação de uma agenda nacional voltada ao fortalecimento da infraestrutura científica, à formação de profissionais especializados, ao desenvolvimento tecnológico, à industrialização e à ampliação do conteúdo brasileiro nas cadeias minerais consideradas estratégicas para o Brasil.
O Brasil tem a terceira maior reserva de elementos de terras raras, com um total de 21 milhões de toneladas. O estoque é dividido entre Amazonas (AM), Goiás (GO), Minas Gerais (MG), Rio de Janeiro (RJ), Roraima (RR) e São Paulo (SP).
Minas Gerais é casa de uma das maiores jazidas de terras raras do mundo, no Planalto de Poços de Caldas, região que abrange Poços de Caldas e Caldas. Terras raras é um grupo de 17 minerais críticos: lantânio, cério, praseodímio, neodímio, promécio, samário, európio, gadolínio, térbio, disprósio, hólmio, érbio, escândio, túlio, itérbio, lutécio e ítrio. Esses elementos são essenciais para a transição energética, já que são utilizados na indústria de alta tecnologia.
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