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Deputado Thiago Silva destina mais de R$ 2 milhões para a saúde de Rondonópolis

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Thiago na plenária da AL

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) destinou mais de R$ 2 milhões para promover investimentos em diversas áreas da saúde pública do município de Rondonópolis, nos últimos dois anos, frutos de emendas parlamentares e indicação ao Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (Feef).

O objetivo do deputado é auxiliar a Prefeitura e a Santa Casa no trabalho de melhoria e ampliação do atendimento aos pacientes do SUS. Já está na conta da Prefeitura R$ 170 mil para a compra de uma nova ambulância que irá garantir mais celeridade no atendimento de pessoas que precisam no atendimento clínico hospitalar.

“A saúde não espera e estamos trabalhando para que o cidadão possa ser atendido com dignidade pelo poder público, pois este é um direito constitucional. Já viabilizamos em 2020 uma ambulâncias e neste ano continuamos destinando recursos para auxiliar no trabalho da Prefeitura e Hospitais”, disse o deputado.

Thiago Silva destinou neste ano cerca de R$ 200 mil para a Santa Casa de Rondonópolis, para auxiliar no custeio do atendimento de pessoas que realizam quimioterapia e a implantação da “Casa da gestante”, para o atendimento público às mulheres.

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O parlamentar está destinando mais de R$ 500 mil em 2022 para a compra de equipamentos de mamografia e endoscopia que servirão para o atendimento especializado da população de Rondonópolis.

O deputado também viabilizou em seu mandato mais de R$ 1,3 milhão para o Hospital Psiquiátrico Paulo de Tarso que realiza atendimento filantrópico em Rondonópolis para pessoas que possuem transtornos mentais. O recurso foi garantido por meio da emenda do deputado ao Projeto de Lei n 10.709/2018 para alterar o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (Feef) e inserir o Hospital Paulo de Tarso, a partir de 2020, entre as instituições contempladas com os recursos do fundo.

Rondonópolis possui hoje mais de R$ 250 mil habitantes e presta atendimento de saúde para aproximadamente 19 municípios das regiões sul e sudeste.

Fonte: ALMT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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