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Governo de MT cobra solução para internacionalização do Aeroporto Marechal Rondon

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O Governo de Mato Grosso está cobrando a internacionalização do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, para que o terminal possa receber não apenas voos regulares de companhias aéreas, mas também voos privados, vindos de outros países.

O secretário-chefe da Casa Civil, Rogério Gallo, e o secretário adjunto de Turismo, Jefferson Moreno, se reuniram nesta quarta-feira (04.05) com o diretor-presidente da Centro-Oeste Airports (COA), administradora do aeroporto, Marco Antônio Migliorini, para conhecer as principais dificuldades e cobrar a solução para que as operações internacionais possam ser realizadas no Marechal Rondon.

“O governo tem total interesse nesse assunto, por isso essa cobrança de uma solução para essa questão que se arrasta há anos. Já tivemos permissões temporárias para campeonatos, como a Copa América e, agora a Sul-Americana, mas precisamos de uma solução definitiva. A internacionalização do aeroporto é primordial para nosso Estado, tanto para os negócios, agro, indústrias, comércio, como também para o turismo”, afirmou Gallo.

O diretor-presidente da COA explicou que a administradora já possui autorizações de órgãos federais, como a Anvisa e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), porém a Polícia Federal ainda não concordou com a internacionalização do Marechal Rondon.

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“Já temos, inclusive, a sala para a Receita Federal adequada, conforme as condições do órgão. Essa era a exigência da Receita para autorizar e que foi atendida, agora faltam apenas trâmites burocráticos, mas acreditamos que a autorização será concedida também”, explicou Migliorini, pontuando que outros investimentos serão feitos no aeroporto, incluindo uma sala de repouso para os agentes federais, até o segundo semestre de 2023.

Rogério Gallo se prontificou a atuar junto à COA para agilizar os trâmites nos órgãos federais, apesar do Governo do Estado não ter qualquer atuação sobre o aeroporto. “Vamos apoiar, sempre que formos solicitados, pois é um assunto de interesse do governo”.

Internacionalização temporária com condicionantes

Em abril, o governo enviou ofício à Casa Civil requerendo a internacionalização do aeroporto durante os jogos da Sul-Americana, que serão realizados na Arena Pantanal, em Cuiabá. A solicitação foi acatada, com condicionantes, e ficará vigente até outubro, desde que o Cuiabá Esporte Clube permaneça na competição.

Pela Sul-Americana, o Cuiabá ainda joga com o River Plate, no próximo dia 18, e com o Melgar, dia 26.

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Fonte: GOV MT

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Mobilização social: Explicando Direito aborda atuação jurídica em defesa dos catadores

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O podcast Explicando Direito desta semana aborda um tema essencial para a justiça social e ambiental: a atuação dos catadores e catadoras de materiais recicláveis. A convidada do episódio é a defensora pública de Mato Grosso Carolina Renée Pizzini Weitkiewic para falar sobre o assunto.
Cerca de 90% de tudo o que é reciclado no Brasil passa pelas mãos desses trabalhadores, que historicamente enfrentam invisibilidade, precariedade e exclusão. Em Mato Grosso, o Direito tem sido utilizado como ferramenta de transformação social, viabilizando a organização de famílias, a superação de lixões e a criação de associações e cooperativas com geração de renda. Nesse sentido, Caroline apresenta o trabalho do Grupo de Atuação Estratégica de Direitos Individuais e Coletivos dos Catadores e Catadoras de Mato Grosso (Gaedic), projeto realizado em Água Boa, de atuação contínua, que passou a unir assistência jurídica, articulação de diversas instituições e mobilização da sociedade.
Ainda na entrevista concedida à jornalista Elaine Coimbra, a defensora apontou que a valorização dos catadores impacta diretamente a coletividade, ao contribuir para cidades mais limpas, redução de enchentes e proteção ambiental. Segundo ela, a responsabilidade pela destinação correta dos resíduos é compartilhada, e começa dentro das casas, com a separação adequada do lixo reciclável.
“Como as pessoas que estão na sua casa podem contribuir? Fazendo a separação. Depois que tiver utilizado uma caixinha de leite, por exemplo, passe uma água, amasse direitinho e coloque separada dos outros materiais. Utilizou um papelão, comprou um sapato que veio numa caixa, separe, não coloque com lixo orgânico, porque essa caixa é matéria-prima para esses catadores e para a destinação ambientalmente adequada, que é o que se pressupõe no Lixo Zero. (…) Nada vai ser possível se as pessoas não se conscientizarem. É dentro das casas que isso tem que mudar, a partir dessa separação.”
A íntegra da entrevista está disponível no Spotify do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Clique neste link para conferir.
Para ouvir o programa pela rádio, acesse esse link.
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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