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Governo entrega nova sede do Batalhão Emergências Ambientais do Corpo de Bombeiros

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O governador Mauro Mendes entrega nesta sexta-feira (01.07), às 8h30, a nova sede do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), localizada na esquina das avenidas Dom Bosco e Dom Aquino, em Cuiabá. A solenidade, que conta com a presença do secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamente, e do comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, coronel Alessandro Borges, também marca a promoção de 148 militares que alcançaram ascensão na carreira. 

O novo quartel foi estruturado para atuação dos bombeiros no trabalho de prevenção e combate aos incêndios florestais no Estado. Além disso, a unidade foi equipada com recursos tecnológicos de monitoramento via satélite, capazes de identificar focos de calor e detectar incêndios nos biomas mato-grossenses: Pantanal, Cerrado e Amazônia.

A expansão das unidades do CBM é um reflexo dos investimentos do Governo de Mato Grosso, que possibilitaram a estruturação das bases existentes e abertura de outras, com integração de outras instituições que também atuam na preservação do meio ambiente.

Serviço

Pauta: Entrega da sede do Batalhão de Emergências Ambientais do Corpo de Bombeiros Militar e promoção de 148 militares

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Dia e hora: Sexta-feira (01.07), às 8h30

Local: Avenida Dom Bosco, esquina com av. Dom Aquino, 311 – Bandeirantes, em Cuiabá (próximo a Igreja Nossa Senhora Auxiliadora).

Fonte: GOV MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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