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MPMT promove seminário na próxima semana com transmissão pelo Youtube

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da Procuradoria de Justiça Especializada em Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística e Escola Institucional, realizará na próxima semana o Seminário “Nascentes, Veredas e Áreas Úmidas”. O evento ocorrerá nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, das 9h às 12h, por meio da plataforma Teams, com transmissão pelo canal do MPMT no Youtube.

De acordo com a programação, o primeiro painel terá como tema “A importância socioambiental das áreas úmidas”. O assunto será abordado pela professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e doutora em Ecologia e Recursos Naturais, Cátia Nunes da Cunha. O painel terá como debatedor o analista Engenheiro Florestal do MPMT José Guilherme Roquete.

O segundo painel terá como palestrante a doutora em Biologia Vegetal Suzana Neves Moreira. Ela abordará o tema “Conservação das nascentes e veredas”, tendo como debatedora a promotora de Justiça em Mato Grosso Ana Luiza Ávila Peterlini.

Na quarta-feira (01), o primeiro painel, com o tema “Nascentes, Veredas e Áreas Úmidas: aspectos criminais”, terá como palestrante o promotor de Justiça do Rio Grande do Sul Daniel Martini e, como debatedor, o promotor de Justiça João Marcos de Paula Alves.

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Ainda no período da manhã ocorrerá o painel “Governança das Águas Subterrâneas: Desafios e Impasses”, com a doutora e mestre em Ciência Ambiental Pilar Carolina Villar. A condução dos debates ficará a cargo da promotora de Justiça em Mato Grosso Maria Fernanda Corrêa da Costa. As mesas serão presididas pelo procurador de Justiça Luiz Alberto Esteves Scaloppe.

Fonte: MP MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família da juíza Mariana Ferreira

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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