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Força Tática prende suspeito por receptação e apreende 13 aparelhos celulares

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Policiais militares da Força Tática apreenderam, na manhã desta sexta-feira (30.06), 13 aparelhos celulares modelo iPhone 11 e prenderam um homem, de 33 anos, por receptação, no bairro Jardim Presidente II, em Cuiabá.

Conforme informações do boletim de ocorrência, por volta das 11 horas os militares identificaram o suspeito em uma motocicleta modelo Yamaha Fazer, que, ao avistar viatura, saiu em alta velocidade. O motociclista realizou uma manobra brusca, passando por cima da calçada e transitando na contra mão da pista, sendo detido logo em seguida.

Em busca pessoal, os policiais encontraram com ele dois aparelhos celulares da marca iPhone, sendo um deles lacrado na caixa. O homem apresentou diversas informações contraditórias sobre a procedência dos celulares e, por fim, afirmou que teria adquirido por R$ 1,5 mil de uma pessoa que reside na região, na qual levou os militares até a residência.

No local, as equipes identificaram outros dois homens que fugiram pulando o muro das casas vizinhas. No entanto, os policiais encontraram uma caixa contendo 12 aparelhos celulares, da mesma cor e modelo apreendido com o suspeito.

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Anteriormente, as equipes já tinham sido informadas sobre um roubo de carga de celulares no município. O suspeito e todos aparelhos recuperados foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal do Júri condena homem a 29 anos por feminicídio em Paranatinga

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Após mais de 15 horas de julgamento, o Tribunal do Júri da Comarca de Paranatinga condenou Djavanderson de Oliveira de Araújo a 29 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pela morte da ex-companheira Juliana Valdivino da Silva. A sessão começou às 8h da manhã de terça-feira (26) e terminou às 23h20, sendo presidida pelo juiz substituto Tiago Gonçalves dos Santos.

Além do feminicídio, o réu também foi condenado pelos crimes de perseguição e violência psicológica contra a mulher. O Conselho de Sentença reconheceu as qualificadoras de motivo fútil, emprego de fogo e recurso que dificultou a defesa da vítima.

O crime ocorreu em 9 de setembro de 2024. Conforme as investigações, o acusado atraiu a vítima até a antiga residência do casal sob o pretexto de que precisava de ajuda após um atropelamento. No local, jogou combustível sobre a mulher e ateou fogo. Juliana sofreu queimaduras em aproximadamente 90% do corpo e morreu após 16 dias internada.

A sentença destaca que o crime foi premeditado. Segundo o processo, o acusado comprou combustível horas antes do feminicídio e utilizou uma falsa história para convencer a vítima a retornar ao imóvel.

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Na decisão, o magistrado negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade e determinou a execução imediata da pena.

O crime ocorreu em setembro de 2024, a denúncia foi recebida em outubro do mesmo ano, a audiência de instrução foi realizada em janeiro de 2025 e a sentença de pronúncia foi proferida em março de 2025. O julgamento pelo Tribunal do Júri ocorreu menos de dois anos após o crime.

O processo tramita sob o número 1002402-82.2024.8.11.0044 e como toda decisão de Primeiro Grau é passível de recurso.

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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